Muitos internautas costumam recorrer aos famosos testes de benchmark quando querem saber qual celular é melhor, entre dois ou mais modelos. Este comportamento, associado a comparar as especificações listadas na ficha técnica, pode dar pistas obre qual telefone vence a disputa. Entretanto, a maioria dos usuários não sabe o que é um teste de benchmark e muito menos como ele funciona.

É exatamente isso que você vai entender neste artigo. Verá quais tipos de testes são feitos e com quais programas você pode realizá-los para, assim, checar o desempenho do seu próprio smartphone, frente a outras opções do mercado.

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AnTuTu é um dos mais famosos testes de benchmark para celulares (Foto: Divulgação/AnTuTu)

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O que é benchmark?

Benchmark é um conceito que se popularizou, inicialmente, no universo corporativo, migrando posteriormente para o meio da informática. Entretanto, a palavra não perdeu o seu sentido original, que é o de comparar de forma eficiente duas coisas diferentes tendo como base padrões e testes semelhantes.

No meio empresarial, o benchmark – ou benchmarking, como é comumente utilizado pelos analistas – é o ato de analisar e comparar mecanismos utilizados nas empresas, como processos, objetos e resultados. Assim, eles podem ter uma ideia de que tipo de modelo de negócio funciona melhor para aquele serviço, o preço a ser usado nos produtos, dentre outras coisas.

Com o benchmark de celulares é a mesma coisa, mas envolvendo o hardware do aparelho e sua performance em diversas tarefas.

Atualmente, só há duas formas de comparar celulares: em testes práticos e benchmarks. Acontece que quase nunca o usuário pode testar com eficiência dois ou mais celulares para saber qual deles realmente é o melhor. Então, a saída mais fácil é recorrer aos benchmarks e checar sua pontuação nos testes.

Benchmark executa gráficos em 3D no smartphone (Foto: Thássius Veloso/TechTudo)

O problema de comparar smartphones apenas lendo a ficha técnica do dispositivo é que muitas fabricantes usam sistemas e microarquiteturas diferentes. Por exemplo, o chip A9, da Apple, trabalha de forma totalmente diferente de um Qualcomm Snapdragon ou um Samsung Exynos. Outros sistemas gerenciam melhor a memória RAM disponível ou possuem chips gráficos com arquiteturas diferentes.

Foi devido a essas diferenças entre os sistemas e os celulares que surgiram os testes de benchmark, que fazem verificações padronizadas e que podem ser executados de forma igual para todos os celulares disponíveis.

Como funciona um teste de benchmark

Há dois tipos de testes de benchmark: o sintético e o de aplicação. O benchmark sintético usa programas que estimulam os componentes a terem certo tipo de comportamento ou ação desejado pelo usuário. Para ver como se comporta uma CPU, por exemplo, em determinados cenários de uso.

Já os te

... stes de aplicação executam programas no “mundo real”, em situações reais. O programa “estressa” (executa as funções no máximo da capacidade) o componente ao máximo para extrair todo o seu potencial e ver até onde o celular pode chegar. São feitos testes na CPU, na GPU, na memória RAM, além de alguns para saber a potência do celular para renderizar HTML5, aplicações em Java, dentre outros dados.
AnTuTu realiza testes de benchmark em um Moto G 4 Plus (Foto: Thássius Veloso/TechTudo)

Cada software executa testes diferentes e usa padrões distintos, mas, em essência, eles estressam ao máximo o processador, placa de vídeo e memória.

Quais os programas mais usados?

O programa mais conhecido para se fazer benchmarks é o AnTuTu, popular por publicar um ranking mensal com os melhores celulares da atualidade. Já o Geekbenche o CPU-Z, além de fazerem testes em celulares também podem ser usados em computadores e notebooks.

Assim, é só ir na loja de apps de seu smartphone, seja ele Android ou iPhone (iOS) e fazer o download de algum dos aplicativos citados acima.

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