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Dragon Ball FighterZ é um jogo de luta para Xbox One, PS4 e PC, com previsão de lançamento para 2018 e que foi anunciado durante a coletiva da Microsoft, pré-E3 2017. O título é um dos que estão disponíveis para teste no estande da Bandai Namco, e traz pelo menos seis personagens jogáveis para os visitantes aproveitarem. Ainda não há notícias sobre o elenco final, mas já podemos contar com Goku, Freeza, Vegeta, Cell, Gohan e Majin Boo. Confira o teste da E3 2017:

Dragon Ball como os antigos

A primeira impressão que Dragon Ball FighterZ passa é que ele se inspira em jogos antigos da série, lançados no Super Nintendo e Mega Drive. O título deixa de lado a ambientação 3D vista nos jogos da série Tenkaichi Budokai e leva tudo a um patamar 2D de luta, com poucas variações de câmera.

Dragon Ball FighterZ: veja teste na E3 2017 (Foto: Reprodução/YouTube)Dragon Ball FighterZ: veja teste na E3 2017 (Foto: Reprodução/YouTube)

Dragon Ball FighterZ: veja teste na E3 2017 (Foto: Reprodução/YouTube)

A produção é do estúdio Arc System Works, que lançou no mercado séries de sucesso como Guilty Gear e BlazBlue. Por conta disso, os jogadors podem esperar gráficos que lembram bastante o anime original, como um desenho animado, além de jogabilidade que realmente faz justiça a um título de luta da série Dragon Ball.

Luta de três contra três

Testamos Dragon Ball FighterZ com o modo de luta de três contra três, similar à série The King of Fighters. Escolhida a equipe de personagens, era a hora de entrar na luta contra o oponente ao lado – na E3, apenas o modo multiplayer local estava disponível durante o teste – e tentar vencer com os melhores golpes.

Dragon Ball FighterZ confirma alguns dos principais heróis e vilões da série (Foto: Reprodução/Gematsu)Dragon Ball FighterZ confirma alguns dos principais heróis e vilões da série (Foto: Reprodução/Gematsu)

Dragon Ball FighterZ confirma alguns dos principais heróis e vilões da série (Foto: Reprodução/Gematsu)

As lutas são rápidas e dinâmicas, imitando boa parte dos movimentos vistos no anime. Mesmo quem não tem costume de jogar games deste gênero pode realizar os movimentos e golpes de forma fácil, com poucas combinações de botões. A maioria dos especiais são ativados com dois botões pressionados ao mesmo tempo, enquanto um terceiro, geralmente RB ou RT, no caso do Xbox One, se traduz na versão mais poderosa daquele ataque.

O melhor visual até agora

Ainda que seja com gráficos em 2D, Dragon Ball FighterZ tem um dos melhores visuais já vistos na E3 2017, se não o melhor, em termos de jogos de luta. O game não economiza em efeitos, desde o início da luta, quando os dois participantes estão se encarando, ao fim, depois de tantos ataques destrutívos e raios voando por todo o lado.

Dragon Ball FighterZ: testamos o game na E3 2017 (Foto: Reprodução/Felipe Vinha)Dragon Ball FighterZ: testamos o game na E3 2017 (Foto: Reprodução/Felipe Vinha)

Dragon Ball FighterZ: testamos o game na E3 2017 (Foto: Reprodução/Felipe Vinha)

A impressão que passa é que estavamos jogando um episódio bem animado do desenho, como se fosse uma animação especial para o cinema ou algo do tipo. É incrível que, mesmo ainda apostando no “cel shading”, a série Dragon Ball consiga surpreender, após tantos anos com games bem parecidos uns com os outros. O que vimos nesta rápida luta nos deixou acreditar que a versão final, com um elenco grande e conhecido, seja ainda melhor.

E por falar em elenco...

Vale apontar que todo o elenco de lutadores, ao menos os disponíveis na demonstração, estavam atualizados para a mais recente animação: Dragon Ball Super. Isto é, Goku e Vegeta podiam ativar sua transformação “Super Saiyajin Deus” de cabelo azul, enquanto Freeza podia acessar a forma dourada, vista também no filme “A Ressurreição de Freeza”.

Dragon Ball FighterZ: testamos o game na E3 2017 (Foto: Reprodução/YouTube)Dragon Ball FighterZ: testamos o game na E3 2017 (Foto: Reprodução/YouTube)

Dragon Ball FighterZ: testamos o game na E3 2017 (Foto: Reprodução/YouTube)

É interessante que este seja um primeiro jogo “principal” da série Dragon Ball a instaurar este tipo de evolução. Até então, tínhamos parado em títulos como Tenkaichi Budokai ou Xenoverse. Ainda que, em Dragon Ball Xenoverse 2, tenhamos alguns destes elementos incrementados, eles eram atualizações ou DLCs, e não parte do jogo base, em sua maioria.

Jogo para o EVO?

Muita gente citou nas redes sociais que Dragon Ball FighterZ é um jogo digno de “EVO”, como é chamado o torneio de eSports de jogos de luta mais famoso já realizado, que ocorre anualmente em Las Vegas. Graças ao clima “jogo de luta” que permeia FighterZ, podemos dizer que ele é bem indicado para esse tipo de campeonato. Tudo funciona como em um game do gênero bem robusto e não fica devendo em nada a títulos como Tekken 7, Street Fighter 5 ou The King of Fighters 14.

Dragon Ball FighterZ: testamos o game na E3 2017 (Foto: Reprodução/YouTube)Dragon Ball FighterZ: testamos o game na E3 2017 (Foto: Reprodução/YouTube)

Dragon Ball FighterZ: testamos o game na E3 2017 (Foto: Reprodução/YouTube)

A própria Arc System Works tem experiência no assunto, em se tratando de jogos de luta “profissionais”, e possivelmente FighterZ deve seguir este caminho, muito por conta do esforço da produtora. Se depender dos fãs, que já abraçaram o título, isso deve acontecer. Mas, graças à excelente qualidade do que vimos no teste da E3 2017, é possível dizer que as chances são grandes, já que o novo Dragon Ball é seguramente o melhor já lançado para a série.

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