Um novo ataque hacker usa roteadores da MikroTik para sequestrar o tráfego do usuário e usar o computador da vítima para minerar a criptomoeda Monero. Os detalhes foram revelados na quarta-feira (1) pela SpiderLabs, braço de pesquisa da empresa de segurança Trustwave. Segundo o relatório, o ataque atinge mais de 170 mil aparelhos em todo mundo, sendo a maioria no Brasil.
LEIA: Falha mundial atinge PCs e pode te deixar em perigo O golpe explora uma vulnerabilidade nos dispositivos Wi-Fi domésticos e empresariais da fabricante. A falha é conhecida e já teve correção liberada desde abril, mas grande parte dos usuários não têm o costume de baixar atualizações de sistema que trazem esse tipo de proteção. Recentemente, aparelhos da mesma fabricante foram alvo do malware VPNFilter, que explorou outra falha nos dispositivos. Quer comprar celular, TV e outros produtos com desconto? Conheça o Compare TechTudo
Problemas no Wi-Fi e possíveis soluções O ataque envolve um popular código público do CoinHive, conhecido por fazer páginas da web sequestrarem os recursos do computador do internauta para minerar moedas. Dessa vez, no entanto, o método é mais sofisticado, pois não atinge apenas endereços específicos. Inicialmente, a investigação revelou que páginas de erro na Internet têm mais chances de conter o código. Porém, a infecção de muitos roteadores tem potencial para levar o problema a qualquer site. Segundo a SpiderLabs, os roteadores afetados distribuem o código diretamente no tráfego para ativar o mecanismo de mineração forçada. Por isso, métodos conhecidos para impedir o processo na web não devem funcionar. Roteadores infectados inserem o código de mineração nas páginas para sequestrar o poder de processamento do PC e produzir as criptomoedas. A interceptação pode ocorrer em duas direções: a partir do roteador doméstico ou da infraestrutura de rede por trás de um site. Portanto, o usuário não precisa, necessariamente, ter um roteador da Mikrotik para ser afetado.
Por que hackers usam criptomineração? Hackers têm mudado a estratégia de ataque: de ransomwares, passaram a minerar criptomoedas. No primeiro caso, o criminoso exige um pagamento de resgate para liberar arquivos sequestrados, mas o valor pode não ser pago se a vítima tiver um backup disponível. Ao usar mineração, o código malicioso pode passar despercebido pelo usuário por mais tempo, usando o hardware do computador para minerar em segredo. A intenção do criminoso é usar uma rede de computadores para tr...


>>> Veja o artigo completo no TechTudo

Sobre Gerência Imóveis

Única plataforma que conecta o proprietário à imobiliária e/ou corretor de imóveis com o foco em potencializar as vendas e torná-las mais seguras maximizando o tempo do corretor.