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O mundo dos computadores está em constante evolução, tal e qual como o mundo dos smartphones, tablets, etc… Ou seja, a cada ano que passa, temos novos processadores, maiores quantidades de RAM, memória mais rápida, novas tecnologias de armazenamento, bem como placas gráficas mais poderosas.

No entanto, é bastante provável que não note grande coisa desta evolução no seu dia a dia! Porquê?



Os PCs estão mais poderosos, mas no uso do dia a dia não notamos! Porquê?

Muito resumidamente, com o avanço no hardware que dá vida aos nossos PCs, smartphones, tablets e smartwatches, também existem avanços na capacidade do software que também utilizados no nosso dia a dia. Programas que aproveitam as melhorias do hardware para oferecer cada vez mais funcionalidades para nos facilitar a vida.

Ou seja, não notamos este aumento de performance, porque os programas também ficam mais pesados!

É um equilíbrio delicado, sendo também a maior razão para a qual um PC com 10 anos começa a mostrar algumas dificuldades na execução de jogos recentes ou programas de produtividade mais pesados.

Alguns exemplos:

Se por ventura utilizasse o Windows 98 no seu PC com hardware de 2020, iria ter uma máquina super rápida, ainda mais rápida que o recordista mundial Usain Bolt.

Similarmente, se utilizasse sempre a mesma versão de um programa, sem nunca o utilizar, também iria notar toda esta nova performance computacional.

Aliás, pode simplesmente deixar de usar o Microsoft Word, para usar o Notepad.exe, uma ferramenta extremamente pequena e simples, que irá parecer um autêntico carro de Fórmula 1 em comparação ao Office mais recente.

Além de tudo isto, os utilizadores também querem tudo e mais alguma coisa na sua máquina!

Antigamente tínhamos monitores com resoluções super baixas como 1024 x 768. Hoje em dia muitos são os utilizadores que têm monitores Ultra-Wide 3440×1440 com suporte a frequências de 120Hz. Ou utilizam dois monitores de alta resolução para aumento de produtividade.

Também queremos jogos AAA com suporte a gráficos estrondosos, o que claro está inclui as novas tecnologias Ray Tracing, entre outras coisas que exigem um processamento tremendo.

Tenho de vos lembrar, que não foi assim há tanto tempo que nem jogos 2D ou 3D existiam, eram apenas linhas a aparecer numa consola.

Vamos fazer um simples cálculo para perceber os requisitos gráficos de um simples output de imagem:

Em 2005, a resolução mais comum era a de 1024 x 768, o que dá qualquer coisa como 786,432 píxeis de trabalho para a placa gráfica. Hoje em dia, uma das resoluções mais comuns (Ultra-Wide) é 3440 x 1440, o que dá qualquer coisa como 4.953.600 pixeis, nada mais nada menos que 6,29x o número de pixeis do passado.

Em suma, faz tudo parte da evolução.


Os PCs estão mais poderosos, mas no dia a dia não se nota! Porquê? – Ademais, o que pensa sobre tudo isto? Partilhe connosco a sua opinião nos comentários em baixo.

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