Smart TVs são aparelhos que rodam sistemas operacionais capazes de se conectar à Internet e permitir a instalação de apps que expandem as funcionalidades do televisor. No mercado brasileiro, o consumidor tem, entre as opções de sistemas, o Tizen, da Samsung, e o webOS, da LG, além do Android TV, usado em produtos da TCL, Sony e Panasonic, e do RokuOS, adotado pela AOC. É possível encontrar, ainda, smart TVs que rodam sistemas operacionais genéricos que, muito mais simples, podem deixar você na mão em termos de apps ou recursos.

Mas é importante saber que nem toda smart TV tem sistemas tão confiáveis. Alguns modelos mais baratos de televisores, de varias marcas, trazem softwares mais genéricos. Entre os mais famosos estão o Ginga e o Opera TV. O segundo chega a ser tão simples que na verdade consiste mais em uma loja de apps do que em um sistema.

Abaixo, o TechTudo preparou uma lista com características gerais dos sistemas operacionais de smart TVs disponíveis no Brasil, para que você tenha uma ideia das similaridades e diferenças entre cada proposta.

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Aplicativos pré-instalados

Sistemas operacionais de todos os tipos para TVs tendem a vir de fábrica com o básico já instalado no televisor. O fabricante sabe que você provavelmente quer uma smart TV para curtir Netflix ou Globoplay, e a presença desses e outros apps instalados no aparelho refletem essa realidade.

Em casos específicos, televisores de entrada podem não ter um ou outro recurso e, nesses casos, se não houver loja de apps, o consumidor pode não ter acesso nativo ao aplicativo ou serviço em questão. Para essas situações, o uso de dongles, como o Chromecast, ou media centers acaba contornando a limitação - o que é bem negativo, já que uma smart TV não deveria precisar disso. Por isso, e bom ficar de olho antes de comprar.

Loja de apps

Tanto Tizen, webOS, Android TV e RokuOS oferecem basicamente a mesma experiência de uso. As plataformas são bem completas e robustas e garantem uma boa variedade de aplicações para que o usuário instale no televisor. Entre as opções estão desde apps de streaming e redes sociais até software para criar um servidor de mídia doméstico ou rodar games e emuladores de consoles antigos.

Do ponto de vista de conteúdo, o Android TV talvez leve vantagem. A plataforma usa a mesma loja Play Store dos celulares, algo que garante um volume enorme de apps e games, além de acesso a catálogos de filmes e séries que você pode alugar e comprar diretamente na sua conta do Google. As demais opções, como o webOS da LG, também oferece uma boa gama de opções, mas não no volume e variedade do Google.

Sistemas operacionais genéricos usados em televisores mais simples podem ter lojas mais limitadas em escopo, com uma variedade de aplicações menor. Há também plataformas ainda mais engessadas que sequer dão acesso a uma loja de apps, o que significa que o televisor está condenado a só oferecer os apps que vieram instalados de fábrica.

Configurações

Além do tipo de conteúdo e serviços que você pode acessar na TV, o sistema operacional determina a qualidade geral da sua experiência de uso. O nível de recursos que o televisor oferece e as formas pelas quais você interage com eles, como agilidade e facilidade de navegar pelos menus, são também virtudes do sistema operacional.

O RokuOS, por exemplo, permite que o usuário controle o sistema operacional do televisor por meio de um app no celular, o q

... ue pode ser mais prático para quem não curte navegar as telas com o controle remoto.

Recursos mais avançados, como som de assinatura Dolby ou regulagens precisas para calibrar modos HDR, são funcionalidades que tendem a se mostrar mais completas em televisores com sistemas mais robustos, como os citados anteriomente. Já recursos como configurações para gravar programação de TV ou reproduzir conteúdo armazenado em unidades USB podem aparecer tanto em televisores com sistemas genéricos como em modelos com plataformas mais evoluídas.

Integração

Uma das tendências em evidência nas smart TVs é a aposta na convergência entre dispositivos com aplicativos de casa conectada. A ideia é que a smart TV possa interagir com assistentes como Alexa e Google Assistente não apenas para que você controle o televisor sem controle remoto, mas também para interagir com dispositivos conectados da sua residência. No mercado brasileiro, o Google Assistente é encontrado nas TVs com Android, enquanto a Alexa é suportada em modelos Tizen da Samsung e webOS da LG.

Itens como lâmpadas, fechaduras, câmeras de segurança, geladeiras e aparelhos de ar condicionado, que têm conexão com a Internet, poderão ser mapeados e controlados por voz, direto do televisor, tornando a TV um painel de controle de atividades e rotinas da casa. Esse tipo de funcionalidade tem um perfil mais premium no mercado e está diretamente vinculado ao uso de um sistema operacional, indisponível em sistemas genéricos.

Conectividade

A premissa básica de uma smart TV é a ideia de conectividade com a Internet e acesso a aplicativos. Esses recursos expandem as funcionalidades do produto e tornam o televisor um aparelho mais completo e independente de sinal de TV digital, ou a cabo. Nesse sentido, mesmo as smart mais simples do mercado acabam garantindo algum nível de acesso à Internet e a funcionalidades de rede.

Entre essas funções está o chamado "modo Chromecast" (você também pode encontrar com o termo "Miracast"), em que o televisor permite que você espelhe a tela do celular por meio da conexão Wi-Fi. Já a compatibilidade com o AirPlay 2, da Apple, é mais restrita, e está presente em modelos mais caros com Tizen e webOS, enquanto que o Apple TV aparece em produtos da Samsung.

Smart TVs básicas, com sistemas operacionais genéricos, terão sacrifícios também em funcionalidades, mas os recursos de espelhamento de tela e conectividade Wi-Fi são recorrentes, mesmo nos modelos mais simples.

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