Need for Speed, Tony Hawk 5 e Evolve foram alguns dos jogos que fizeram feio em 2015. O TechTudo preparou a lista completa das maiores decepções e você pode conferir a seguir. Mas vale lembrar que não se tratam de games ruins, apenas títulos que prometiam muito antes de serem lançados, porém apresentaram falhas em alguns pontos e assim não corresponderam a todas as expectativas dos fãs.

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Need for Speed

O novo Need for Speed veio com a promessa de renovar a franquia da EA, de ser um retorno às raízes – e ele realmente parecia ser isso tudo, principalmente quando o TechTudo testou a versão de demonstração na E3 deste ano.

Need for Speed prometeu trazer a franquia às origens. (Foto: Divulgação/EA)

No entanto, quando o jogo foi lançado a história foi outra. Ele realmente trouxe de volta aspectos que tornaram a franquia famosa, mas elementos como a exigência de conexão com a Internet, falta de perseguição de policiais e o enredo do modo campanha fraco decepcionou o público que aguardava seu retorno.

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Rock Band 4

Rock Band 4 se manteve justo com a série de jogos musicais, mas decepcionou ao cometer algumas falhas. Apesar de não inovar como o concorrente Guitar Hero Live, o game pretendia cumprir apenas o que os fãs queriam: mais um capítulo da franquia, com novas músicas e a mesma jogabilidade.

Rock Band 4 não inovou tanto quanto a concorrência. (Foto: Divulgação/Harmonix)

Porém, a principal promessa era de que as canções extras baixadas pelos jogadores anteriormente, nos games antigos da série, iriam funcionar no novo capítulo. Sim, até funcionou, mas apresentou diversos problemas de compatibilidade e conexão. Além disso, o título teve muitas funcionalidades cortadas, como o modo online e a personalização de músicos mais vasta.

Tony Hawk’s Pro Skater 5

Tony Hawk’s Pro Skater 5 não precisa de muitas explicações para figurar nessa lista. Quando a Activision parecia pronta para trazer de volta uma de suas marcas mais conhecidas da época do PSOne, tudo deu errado.

Tony Hawk's Pro Skater 5 figura na lista das maiores decepções de 2015. (Foto: Divulgação/Activision)

Para começar, o estilo gráfico do game mudou totalmente a poucas semanas para o lançamento. Quando chegou às lojas, o game ele completamente “quebrado”, injogável e com muitos bugs nos controles.

The Order 1886

The Order 1886 pode ser injustiçado, mas cometeu um

... grave erro: ser um jogo muito curto – e sem nenhum outro grande atrativo. Apesar de muito bonito e a jogabilidade bem redonda e produzida, o game pode ser completado em menos de três horas, em alguns casos, o que é bem pouco para um título deste naipe.
The Order 1886 tem curta duração. (Foto: Divulgação/Sony)

The Order decepcionou por ter recebido inúmeros elogios antes do lançamento, principalmente pelo visual, e, quando chegou ao mercado, mostrou que era apenas um “rostinho bonito” e nada mais. O exclusivo de PS4 fez feio este ano.

Ultra Street Fighter 4

Ultra Street Fighter 4 foi relançado na nova geração, e a versão de PS4 veio repleta de problemas, como bugs nos controles, lentidão, travamentos e muitos elementos que deixaram essa edição bem ruim.

Ultra Street Fighter 4 foi produzido por outra empresa. (Foto: Divulgação/Capcom)

A versão para PS4 do game não foi feita pela Capcom, e sim por uma empresa terceirizada, o que poderia explicar alguns dos problemas. É claro que isso logo foi corrigido, com atualizações que vieram após o lançamento. Mas o estrago já havia sido feito.

Batman Arkham Knight

Não se engane, Batman: Arkham Knight é um ótimo jogo. Nele, ocorre a aguardada conclusão da saga de Batman nos games e o título faz isso com maestria. Mas há problemas pelo caminho e eles não são poucos.

Batman Arkham Knight: dependência do Batmóvel desagradou. (Foto: Divulgação/Warner)

Além do visual ligeiramente exagerado, Arkham Knight faz o jogador praticamente depender do Batmóvel como nunca antes o Homem-Morcego dependeu. Chega a ser ridículo, de tanto que o veículo é usado de maneira forçada. Apesar de ser bonito, ter jogabilidade agradável e bela história, Batman Arkham Knight decepcionou bastante neste ponto.

Battlefield Hardline

Battlefield Hardline tem narrativa interessante, como um seriado de TV policial, além da temática bem trabalhada com esta mesma dinâmica. Mas, como jogo de tiro, pecou em aspectos importantes, principalmente para um título da franquia Battlefield.

Battlefield Hardline: motor gráfico não trouxe inovação. (Foto: Divulgação/EA)

Assim como em Batman, esse é um exemplo em que o jogo em si não é ruim, mas o fato de usar o mesmo motor gráfico de Battlefield 4, sem muita inovação, desanimou um pouco os jogadores. Sem falar na dublagem brasileira, que ficou bem aquém do esperado.

Evolve

Evolve foi “vendido” no marketing como o verdadeiro sucessor de Left 4 Dead, já que a equipe de produção dos dois jogos era a mesma. Com ideia de ser cooperativo e competitivo ao mesmo tempo, quatro jogadores controlavam personagens pelo mapa, enquanto um quinto era o monstro que os caçava.

Evolve: problemas de desempenho atrapalharam o jogo. (Foto: Divulgação/2K)

A ideia foi muito boa, mas o marketing não vingou. Evolve saiu e, apesar do bom suporte que a produtora deu ao game com extras via download, o desequilíbrio em partidas, carregamento demorados e desbloqueio injusto de personagens não ajudou em nada a fama.

Halo 5 Guardians

Novamente, Halo 5 Guardians é mais um caso em que o game não é ruim, mas apresenta pequenas decepções que não o tornam o jogo perfeito que os fãs aguardavam. A 343 Industries ainda não consegue chegar no mesmo nível da Bungie no quesito desenvolvimento.

Halo 5 Guardians: multiplayer carece de elementos clássicos da franquia. (Foto: Divulgação/Microsoft)

O multiplayer é divertido, mas carece de elementos clássicos da série Halo. É possível notar também que a história não é das mais inspiradas. Fizeram um enorme alarde para Locke, o novo personagem, durante a campanha de marketing, mas no final das contas ele não é tão importante quando aparentava. 

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