O Moto Z que vai chegar ao Brasil terá um processador mais fraco do que o modelo dos Estados Unidos e outros países, conforme o TechTudo revelou em primeira mão nesta semana. A Lenovo, dona da Motorola, confirma que há diferença entre os modelos de celular, mas alega que a capacidade de processamento "não deve ser considerada um downgrade", termo usado para indicar o rebaixamento de suas especificações.
O assunto causou polêmica entre os internautas, que fizeram críticas à fabricante por "capar" um produto.
Testamos o Moto Z, celular da Lenovo com capinhas 'inteligentes'
Moto Z tem display de 5,5 polegadas e roda Android Marshmallow (Foto: Thássius Veloso/TechTudo)
Em nota enviada ao TechTudo, a Lenovo diz que "a velocidade do processador é um valor máximo que os núcleos podem rodar, e que somente é utilizado em situações específicas e de uso intenso". Como o Moto Z é um produto considerado top de linha – inclusive mais poderoso que o Moto X Play e Moto X Force – com apelo especial para quem gosta de ver vídeos em altíssima definição e jogar games intensos, a velocidade máxima do processador pode se tornar um limitador.
A fabricante também alerta para outros fatores que afetam o desempenho do smartphone, como a placa de vídeo (GPU) e a taxa de transferência da rede conectada. Ao menos em relação aos gráficos, o Moto Z nacional e o gringo vão contar com a mesma placa Adreno 530, segundo a ficha técnica oficial.
Assista a seguir ao vídeo sobre o lançamento do Z em San Francisco. O evento ocorreu em 9 de...

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