O  SATA (Serial ATA) é o substituto do padrão IDE (Integrated Drive Electronics), que posteriormente foi renomeado para PATA (Parallel ATA). A novidade é o uso cabos menores, pois é necessário a utilização de apenas sete fios, enquanto que no padrão anterior eram usado 40 fios.
Qual a diferença entre HD SATA e HD ATA? Veja detalhes dos discos rígidos Além disso, o novo padrão atingia maiores velocidades de transferências e abriu as portas para novas tecnologias, como o SSD (Solid State Drive). A tecnologia é dividida em três gerações e entenderemos a diferença entre elas.
Conectores SATA são os mesmos para todas as gerações (Foto: Divulgação)
SATA I ou SATA/150
O SATA I tem taxa de transferência de 150 MB/s e era usado em HDs (Foto: Divulgação/Seagate)
O primeiro padrão SATA, chamado de SATA I ou SATA/150 funciona a 1,5 GHz e tem uma taxa de transferência máxima teórica de 150 MB/s. Com isso, podia-se ter cabos mais longos que os cabos IDE ou ATA/133. Claro que essa é apenas uma taxa teórica. Na prática, os discos rígidos mais rápidos conseguiam uma taxa de transferência de 120 MB/s, o que não era muito mais rápido que o padrão IDE. Durante o período de transição, era bem comum encontrar discos rígidos com os dois tipos de interface. Uma porta IDE e uma porta SATA, controlados por um “bridge chip”. Porém, o padrão SATA I tinha algumas falhas, pois eles só lidavam com uma transação por vez. Para corrigir esses erros, foi criado o padrão SATA II.
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