Uma das ambições mais evidentes da robótica é desenvolver o autômato perfeito: uma máquina capaz de simular a capacidade humana de pensar, aprender, lembrar e reagir de acordo com as mudanças em seu ambiente. Existem inúmeros caminhos sendo investigados em centros de pesquisa do mundo todo para chegar nesse estágio de desenvolvimento e um dos campos mais promissores é a aplicação do conceito de redes neurais no funcionamento dos robôs.
Androide usa redes neurais para se mexer sozinho e reagir a estímulos
Essas máquinas são equipadas com um tipo de tecnologia capaz de transformar as misturas de mecânica e eletrônica em um equipamento mais independente e similar ao funcionamento do cérebro humano. Simulando o cérebro
Redes neurais buscam criar robôs mais independentes e capazes de reagir e tomar decisões de acordo com estímulos do ambiente (Foto: Divulgação/Columbi TriStar)
A ideia das redes neurais nasceu cedo na cronologia da eletrônica: as primeiras propostas de um tipo de tecnologia capaz de imitar o funcionamento do cérebro humano foram discutidas ainda na década de 40. De lá para cá, uma série de saltos tecnológicos relevantes - talvez o mais significativo deles foi o abandono das válvulas e o uso dos transistores, que deram origem à nossa microeletrônica atual - tornaram a proposta cada vez mais viável. Em linhas gerais, quando se fala em redes neurais se faz alusão ao princípio de criação de um cérebro artificial: uma máquina eletrônica capaz de funcionar de forma similar ao cérebro humano, que...

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