Cientistas da Universidade de Stanford, nos EUA, estão apostando no uso de nanotubos de carbono como alternativa ao silício para a confecção de microchips. De acordo com os pesquisadores, a estrutura pode ter espessura 50 mil vezes menor que a de um fio de cabelo, ideal para o desenvolvimento de PCs extremamente rápidos e eficientes, que dariam a um smartphone do futuro o poder de processamento encontrado em um supercomputador. Além disso, a promessa é de que um dispositivo com a tecnologia funcione apenas com uma carga de bateria ao mês.
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A ideia principal, desenvolvida em um estudo desde 2011 e que pode chegar ao mercado a partir de 2031, é utilizar minúsculos tubos feitos de carbono para construir microchips, como processadores, controladores de rede, placas gráficas e módulos de memória RAM. O carbono usado na forma de nanotubos teria a função de substituir o silício como material semicondutor.
Placa contém uma série de processadores feitos de nanotubos de carbono (Foto: Divulgação/Stanford)
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Semicondutor é um material que pode conduzir ou não eletricidade. Essa característica é fundamental para a construção de qualquer dispositivo eletrônico. O silício é o material usado nos microchips desde a sua invenção, no século passado. Mas o avanço tecnológico da indústria tem encontrado algumas limitações no uso em novas gerações de produtos (de uma forma...

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