Facebook, WhatsApp e Instagram declararam guerra contra o Snapchat, um aplicativo de rede social que nasceu em 2011, tem sua sede na beira da praia, em Venice (Califórnia), e atende pelo ícone de um amistoso fantasma nas telas dos celulares. No início, a plataforma ficou famosa por tolerar posts de nudes e polêmicas de todos os tipos — já que a proposta é de que as fotos e os vídeos publicados no feed durem poucos segundos e desapareçam em até 24h.
Tempos depois, o Snapchat "tomou jeito", as fotos de nudez foram diluídas por uma enxurrada de selfies, o spam foi controlado e a plataforma ganhou o coração de adolescentes e jovens entre 13 e 24 anos — agitando também os rivais, que tiveram que correr atrás para entender a onda das redes sociais efêmeras. O efeito, porém, não foi o nascimento de funções inovadoras nos concorrentes, mas uma avalanche de réplicas que têm gerado polêmica por onde se instalam.
Facebook vs Snapchat: uma disputa entre aplicativos e funções (Foto: Carolina Ochsendorf/TechTudo) Criado por Evan Spiegel, Bobby Murphy e Reggie Brown na Universidade de Standford, o Snapchat tem bastante em comum com o Facebook: foi criado por universitários, viveu uma briga entre sócios, arrebatou uma geração e criou tendências de comportamento. As semelhanças, no entanto, paravam por aí. Até que Mark Zuckerberg, fundador do Facebook, viu nos snaps a fórmula ideal para manter seu império vivo entre o público mais jovem e a replicou à exaustão.
O que o Snapchat tem? O que atrai no snap é a irreverência de textos coloridos, desenhos, stickers, filtros locais e lentes 3D que aplicam máscaras divertidas com orelhas de animais, vomitando arco-íris e fazendo face swip (troca de rosto). No início, o aplicativo ficou marcado como terreno livre, sem pais, mães, professores e pessoas mais velhas monitorando perfis. O que ainda motiva os mais jovens a entrarem na plataforma.
O Snapchat conquistou um público jovem com um formato de compartilhamento e consumo de conteúdo rápido e volátil "O Snapchat conquistou um público jovem com um formato de compartilhamento e consumo de conteúdo rápido e volátil, com foco na onda de selfies. Para ter uma ideia, a minha afilhada é mais ativa no Snapchat por que, segundo ela, seus pais ainda não estão lá. O Facebook vem perdendo público jovem vertiginosamente e oferecer uma solução parecida com a do Snapchat, provavelmente, é uma estratégia para reconquistar esse público", acredita Lisandra Maioli, especialista em mídias sociais e UX na...


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