O volume de golpes digitais na América Latina só cresce. Puxado por altos índices de crimes online no Brasil — com maior volume de habitantes e usuários de Internet —, a região sofreu com um total de 677.216.733 ataques nos primeiros oito meses de 2017 (de 1 de janeiro a 31 de agosto). Os dados fazem parte do relatório da Kaspersky, apresentados nesta segunda-feira (11), durante a sétima edição da Cúpula Latino Americana de Analistas de Segurança, em Buenos Aires, na Argentina. O volume representa um aumento de 59% se comparado ao mesmo período do ano passado, quando o sistema antivírus da companhia rastreou 398 milhões de ataques de malware.
Fábio Assolini, especialista da Kaspersky Lab, na Cúpula Latino Americana de Analistas de Segurança (Foto: Melissa Cruz/TechTudo) O contexto é assustador: por hora, form 117 mil tentativas de ataques de vírus — sendo 33 investidas por segundo (dados anônimos baseados em clientes que formam a nuvem Kaspersky Security Network com 400 milhões de dispositivos conectados ao redor do mundo, 8% deles na América Latina). A fabricante de antivírus está entre as top 3 de soluções de segurança mais usadas na região. Ameaças detectadas na América Latina Volume de casos subiu em 2017 com condições mais favoráveis para hackers na região. Fonte: Kaspersky/2017 O levantamento considera os 20 países com mais registros: México, Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Equador, El Salvador, Guatemala, Haiti, Honduras, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, República Dominicana, Uruguai e Venezuela, com mais de 600 milhões de habitantes. Sendo, segundo a empresa, 385 milhões deles conectados. Do total, 59% utiliza a Internet diariamente — números que só aumentam e tornam a região um foco de hackers. "É natural, a região está sempre crescendo, com mais gente conectada, mais pessoas comprando celulares e planos de Internet cada vez mais baratos. Tudo isso aumenta o número de pessoas expostas a ataques", explica Fábio Assolini, analista da companhia. Neste cenário, 85% dos ataques acontecem em páginas de Internet. Outros 15% por e-mail com anexos maliciosos de todos os tipos. Destes, 53% estão concentrados no Brasil. O México segue em segundo lugar com 17%. Entretanto, é preciso analisar a densidade nestes países. O Brasil, com maior número de habitantes, porém, não mostra uma diluição no total de vítimas. "É preciso considerar o número de usuários e de gente conectada no país comparado ao número de ataques. Se considerarmos ...


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