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Os chamados “filmes B” são conhecidos por este nome por conta de antigas sessões duplas de cinema que ocorriam nos EUA, com películas “A” e “B”. Com o tempo, o termo virou sinônimo de longas-metragens produzidos com orçamento barato e foi adotado, principalmente, pelo gênero de terror, o que se traduziu nos games. Hoje, muitos jogos tentam imitar essa estética e apresentar enredos com elementos assustadores, mas que também podem fazer com que o jogador dê risadas involuntárias. Entre os principais títulos que se encaixam nesta categoria estão Until Dawn e House of the Dead. Confira a lista:

Until Dawn

Until Dawn foi um título lançado no PS4 e que fez certo sucesso pela sua história simples, porém cativante. Ele lembra um “filme B” mais moderno, em que jovens e adolescentes correm perigo frente a uma ameaça que pode ser sobrenatural ou que venha a partir de uma figura real, como um assassino. O título é estrelado por astros de seriados e Hollywood, como Hayden Panettiere e Rami Malek, o que só reforça este conceito. A aventura é em terceira pessoa e faz com que você controle vários personagens em diferentes trechos com muito suspense e sustos.

Until Dawn (Foto: Divulgação/Sony)Until Dawn (Foto: Divulgação/Sony)

Until Dawn (Foto: Divulgação/Sony)

Shadows of the Damned

Shadows of the Damned tem bastante de “filme B” pela questão da produção, que simula estas películas mais antigas. Uma colaboração entre Goichi Suda e Shinji Mikami, o diretor do primeiro Resident Evil, o game é de aventura em terceira pessoa, com muita ação, violência e humor involuntário. A graça, na verdade, vem dos próprios inimigos, que são bonachões e caçoam do personagem do jogador. Apesar de ser diferenciado, o título quase passou em branco quando saiu, em 2011, no PS3 e Xbox 360.

Shadows of the Damned (Foto: Divulgação/EA)Shadows of the Damned (Foto: Divulgação/EA)

Shadows of the Damned (Foto: Divulgação/EA)

House of the Dead Overkill

Um legítimo representante da categoria de “filme B”, House of the Dead Overkill imita o gênero cinematográfico até mesmo nos seus cartazes, capas e forma de contar a história, com um narrador bem canastrão. O jogo é de tiro em primeira pessoa em trilhos, ou seja, com a câmera guiada pelo computador, e seu objetivo é eliminar zumbis, além de outros monstros, com a mira do controle. O jogo saiu em 2009, apenas no Wii, e anos mais tarde chegou ao PS3, iOS e até no PC, no qual acabou se chamou “The Typing of the Dead Overkill”.

House of the Dead Overkill (Foto: Divulgação/SEGA)House of the Dead Overkill (Foto: Divulgação/SEGA)

House of the Dead Overkill (Foto: Divulgação/SEGA)

Wolfenstein The Old Blood é uma versão mais recente da clássica série de tiro, que saiu em 2015 para PC, PS4 e Xbox One. O game imita a estética de “filmes B” em sua narração e forma de apresentar cenas, com letreiros extravagantes na tela e filtro na imagem que simulava um telão acabado de cinemas velhos. Trata-se de um título de tiro bem competente e com boas sacadas. Além de tudo, fez tanto sucesso que está prestes a ganhar uma “sequência”, que não é exatamente continuação direta da história, mas que serve para continuar seguindo o estilo “B” de narrativa e desenvolvimento da ação.

Wolfenstein: The Old Blood (Foto: Divulgação/Bethesda)Wolfenstein: The Old Blood (Foto: Divulgação/Bethesda)

Wolfenstein: The Old Blood (Foto: Divulgação/Bethesda)

O primeiro Resident Evil já foi relançado tantas vezes que perdemos as contas, mas sua primeiríssima versão, que saiu no Sega Saturn e PSOne nos anos 90, era completamente voltada para uma produção de “filme B” em diversos aspectos. O principal deles estava na cena de abertura, produzida com atores reais e narrativa barata – metade de propósito e metade por conta do orçamento limitado para uma elaboração desta, na época. Não por um acaso, o título foi comparado com os películas do diretor George Romero, do gênero de zumbis, que também eram “de tipo B”.

A icônica abertura de Resident Evil (Foto: Reprodução/Felipe Vinha)A icônica abertura de Resident Evil (Foto: Reprodução/Felipe Vinha)

A icônica abertura de Resident Evil (Foto: Reprodução/Felipe Vinha)

Lollipop Chainsaw é mais um game de Goichi Suda a figurar nesta lista. O designer, que também é conhecido como Suda51, é famoso por jogos que, em geral, emulam “filmes B”. Neste, não é por um acaso que sua narrativa seja cinematográfica, já que há um diretor de cinema envolvido na produção, James Gunn, conhecido hoje pela saga Guardiões da Galáxia. O título saiu em 2012, no PS3 e Xbox 360, e traz como protagonista uma líder de torcida que precisa matar zumbis com sua serra elétrica e carregar a cabeça, viva, do namorado na cintura. A premissa absurda também era algo comum nos “filmes B”.

Lollipop Chainsaw (Foto: Divulgação/Warner)Lollipop Chainsaw (Foto: Divulgação/Warner)

Lollipop Chainsaw (Foto: Divulgação/Warner)

Friday the 13th, ou Sexta-Feira 13, praticamente dispensa apresentações. O jogo é inspirado nas películas da série de horror, mais precisamente no primeiro, e coloca os jogadores em uma disputa online: um deles sempre vai ser o Jason, que precisa atacar os humanos e matá-los um a um. Todos os outros precisam correr e sobreviver, de forma cooperativa, para vencer Jason na partida. O conceito de ser uma adaptação de “filme B” por si só já explica sua presença na lista. O game é um dos mais recentes e está disponível no PC, Xbox One e PS4.

Friday the 13th: The Game (Foto: Divulgação/Gun Media)Friday the 13th: The Game (Foto: Divulgação/Gun Media)

Friday the 13th: The Game (Foto: Divulgação/Gun Media)

Extremamente similar ao Sexta-Feira 13, Dead By Daylight tem a exata premissa de colocar jogadores em uma partida online, fugindo do assassino – que, no caso, é outro jogador. O matador, porém, é uma figura genérica, já que ele não é inspirado por algum filme. Entretanto, Dead By Daylight é mais antigo que seu jogo concorrente e conquistou os fãs antes. Além disso, ele possui um pacote vendido por download que transforma o assassino em Michael Meyers, a figura macabra da série de horror Halloween.

Dead by Daylight (Foto: Divulgação/Dave Richard)Dead by Daylight (Foto: Divulgação/Dave Richard)

Dead by Daylight (Foto: Divulgação/Dave Richard)

Night Trap é um clássico dos computadores e consoles mais antigos que funcionava como “FMV”, ou “Full Motion Video”. Trata-se de um jogo que não tem gráficos, mas sim películas com atores reais e uma atuação digna de vários “filmes B” mais clássicos. Em Night Trap, o objetivo é apenas observar os personagens e protegê-los de criaturas sombrias que tentam raptá-los. O game foi relançado no PS4, Xbox One e PC, com direito a melhorias no visual das cenas e novas formas de controlar.

Night Trap - 25th Anniversary (Foto: Reprodução/Felipe Vinha)Night Trap - 25th Anniversary (Foto: Reprodução/Felipe Vinha)

Night Trap - 25th Anniversary (Foto: Reprodução/Felipe Vinha)

Um game que chegou de mansinho e tomou os fãs de surpresa, Five Nights at Freddy's hoje já conta com diversas sequências, mas foi seu primeiro título, de 2014, no PC, que criou toda a fama atual. Com estética de “filme B” nas câmeras com filtros bizarros e personagens que parecem ter saído de longas-metragens de orçamento duvidoso, Five Nights at Freddy's te coloca para vigiar um local à noite, mas ao mesmo tempo te dá sustos com figuras “animatrônicas” que aparecem nas câmeras. O título também teve versões em outras plataformas, mas suas edições de computador sempre ganham mais sucesso.

Five Nights at Freddy's (Foto: Divulgação/Scott Cawthon )Five Nights at Freddy's (Foto: Divulgação/Scott Cawthon )

Five Nights at Freddy's (Foto: Divulgação/Scott Cawthon )

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