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Lançada em 2013, a GTX 760 fez parte da série de placas de vídeo intermediárias da antepenúltima geração da Nvidia, construída em torno da arquitetura Kepler. Mas, quatro anos depois, a GTX 760 tem desempenho suficiente para merecer espaço no seu computador? Conheça a placa em mais detalhes, entenda quais são os seus pontos fracos depois de quatro anos de vida e veja opções interessantes de placas de vídeo lançadas recentemente, oferecendo melhor performance a preços mais competitivos.

A GTX 760 em números

Placa tem performance equivalente a modelos de entrada atuais, como a GTX 1050 ou Radeon RX 560 (Foto: Divulgação/Nvidia)Placa tem performance equivalente a modelos de entrada atuais, como a GTX 1050 ou Radeon RX 560 (Foto: Divulgação/Nvidia)

Placa tem performance equivalente a modelos de entrada atuais, como a GTX 1050 ou Radeon RX 560 (Foto: Divulgação/Nvidia)

A Geforce GTX 760 é uma placa intermediária, originalmente lançada em maio de 2013, como parte da geração Kepler de processadores gráficos da Nvidia. A versão típica da placa conta com 2 GB de RAM tipo GDDR5, interface de 192 bits, velocidade de processamento de 980 a 1.033 MHz (que, no entanto, pode variar bastante dependendo do fabricante).

Com relação a interfaces e conexões, a GTX 760 tem a combinação padrão de portas HDMI e DisplayPort, além de DVI-I e DVI-D.

Nas especificações técnicas, a placa tem hardware que a coloca entre GPUs de entrada atuais: GTX 1050 e Radeon RX 560 são exemplos relativamente equivalentes em preço e performance.

Há também a Geforce GTX 760 Ti, que oferece especificações um pouco melhores e é mais rápida do que a GTX 760. A principal diferença entre essas duas versões está na banda de memória gráfica, que favorece amplamente a 760 Ti: a interface que conecta GPU à memória RAM é de 256 bits contra os 192 bits da 760 comum.

Compatibilidade com o DirectX

Compatibilidade com o DirectX 12 pode ser um problema para quem investir na placa e decidir usá-la por bastante tempo (Foto: Divulgação/EVGA)Compatibilidade com o DirectX 12 pode ser um problema para quem investir na placa e decidir usá-la por bastante tempo (Foto: Divulgação/EVGA)

Compatibilidade com o DirectX 12 pode ser um problema para quem investir na placa e decidir usá-la por bastante tempo (Foto: Divulgação/EVGA)

A GTX 760 é de 2013 e foi lançada com compatibilidade com a versão 11 do DirectX. Atualmente, usa-se a edição 12 da API da Microsoft que é amplamente aplicada no desenvolvimento de games para o Windows.

Abrir mão de uma placa com suporte ao DirectX mais recente não deve trazer grandes problemas atualmente, já que jogos atuais são lançados com vistas à compatibilidade com equipamentos mais antigos. Entretanto, com a passagem do tempo, essa realidade pode mudar: lançamentos poderão apresentar problemas de funcionamento na placa.

Opções na mesma faixa de preço e mais rápidas?

Há opções de placas na mesma faixa de preço e que são mais rápidas (Foto: Divulgação/MSI)Há opções de placas na mesma faixa de preço e que são mais rápidas (Foto: Divulgação/MSI)

Há opções de placas na mesma faixa de preço e que são mais rápidas (Foto: Divulgação/MSI)

Atualmente, o consumidor tem duas opções interessantes na faixa de preço dos R$ 500, ocupada pela GTX 760. Ambas as opções se apresentam com a vantagem de serem mais recentes, suportarem DirectX 12, e oferecerem performance superior.

A primeira delas é a GTX 1050: é possível encontrar esta placa por preços na casa dos R$ 550. Em benchmarks, ela se mostra entre 5 e 10% superior à GTX 760 em boa parte dos cenários. Em condições ideais, a placa pode até bater a 760 em ordens superiores a 20%. É possível encontrar a GTX 1050 por preços na faixa dos R$ 570.

Outra opção é a Radeon RX 560 da AMD, com perfil muito parecido com o oferecido pela 1050: tecnologicamente atual, compatível com DirectX 12, e fruto de um design mais eficiente, a placa pode ser encontrada no Brasil por preços na casa dos R$ 550. Para compararmos a performance, as placas acabam tendo desempenho similar. A grande vantagem da RX 560 está no fato de que se trata de um produto muito mais atualizado.

Investindo mais

Pode ser uma boa ideia investir mais e evitar a GTX 760 em virtude da defasagem (Foto: Divulgação/Nvidia)Pode ser uma boa ideia investir mais e evitar a GTX 760 em virtude da defasagem (Foto: Divulgação/Nvidia)

Pode ser uma boa ideia investir mais e evitar a GTX 760 em virtude da defasagem (Foto: Divulgação/Nvidia)

As placas sugeridas anteriormente ficam num mesmo patamar de preço da GTX 760, entregando uma performance relativamente equivalente.

Mas se você puder abrir o bolso para investir mais, surgem placas ainda melhores: a GTX 1050 Ti, custando em torno de R$ 750, é muito superior à GTX 760. O mesmo vale para a Radeon RX 570 (que, no entanto, vai custar mais de R$ 1.100). Outra sugestão é sua sucessora direta: a GTX 960, que pode ser encontrada por preços na casa dos R$ 900.

Configurações ideais para a GTX 760?

Em geral, o uso de uma placa de vídeo muito defasada se comparada ao restante do hardware pode gerar gargalos de performance: a placa gráfica simplesmente não consegue acompanhar o ritmo do restante do sistema.

Entretanto, como vimos, a GTX 760 tem perfil equivalente a placas de entrada atuais. Isso significa que mesmo um PC com processadores mais recentes da Intel ou AMD vai trabalhar em harmonia com a 760.

Um gargalo de placa de vídeo e restante do sistema pode ser isolado na interface. Entretanto, PCIe 3.0 é padrão para placas gráficas desde antes da 760. Aí restam gargalos de velocidade de processamento e memória internas da placa de vídeo.

Esse tipo de gargalo pode acontecer caso o seu sistema tenha configurações muito avançadas (usando processadores top de linha, como Threadripper e i9, por exemplo).

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