A brecha de segurança KRACKs, que expõe redes Wi-Fi com protocolos WPA2 a ação de hackers — que podem interceptar a troca de dados — deve ser corrigida com atualizações de sistemas operacionais e de firmware de roteadores, segundo especialistas. Entretanto, as correções devem demorar para chegar. De acordo com empresas de segurança como Avast, ESET, Symantec e Kaspersky, há formas de o usuário proteger sua conexão em redes sem fio enquanto esperam pelos patches em equipamentos com Windows, macOS, iOS, Android e Linux. Ainda assim, dispensam a substituição do protocolo por um mais avançado "WPA3".
Falha em Wi-Fi é grave, mas risco é reduzido pelo método de invasão Em entrevista por e-mail ao TechTudo, Michal Salat, diretor de inteligência de ameaças da Avast Antivírus, destacou que, para explorarem a brecha, invasores precisam estar dentro da área de cobertura da rede Wi-Fi alvo. “O risco é reduzido", disse. No entanto, os usuários ainda "devem ser cautelosos”.
Roteadores devem ter correção de falha do WPA2 via firmware (Foto: Carolina Ochsendorf/TechTudo ) O especialista também alerta para o risco de interpretar o problema com o WPA2 como uma fraqueza inerente do protocolo — enquanto não há um WPA3 — e, por conta disso, regredir para os padrões WPA e WEP. "A desatualização para esses padrões de segurança enfraquecerá ainda mais a conexão”, afirma Salat. A falha atinge o protocolo de segurança WPA2, criado para proteger com criptografia a troca de informações entre dispositivos conectados via Wi-F...

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