Os aplicativos Bitmoji e Bitstrips permitem ao usuário criar um emoji personalizado de si mesmo. Ficaram tão famosos que chamaram a atenção do Snapchat. A empresa comprou a Bitstrips, startup que desenvolveu as duas versões de software, por US$ 100 milhões em 2016 e trouxe algumas novidades, como a possibilidade de fazer um "friend emojis" com amigos que também tem o app e emojis em 3D. A mania repercutiu tanto que preparamos um especial sobre a história do Bitmoji e do Bitstrips.
Todos os truques do Snapchat
Bitmoji e Bitstrips, apps que tornam o usuário em emoji (Foto: Divulgação: Snapchat)
Bitmoji vs. Bitstrips: entenda a diferença Com o app Bitmoji, você pode criar o seu próprio emoji com base nas suas características físicas — formato do rosto, tom da pele, cor dos olhos e dos cabelos. Ou seja, a sua versão de desenho animado! Divertido, não é? Além disso, é possível compartilhar a sua criação nas redes sociais e nos mensageiros. O Bitstrips também permite fazer um emoji de si próprio e usá-lo em diversas situações, como se fossem histórias em quadrinhos. Ambos foram criados pela mesma empresa: a Bitstrips. O app Bitstrips foi criado primeiro e o Bitmoji alguns anos depois. Ambos, um sucesso. Vale notar que a diferença entre eles é o estilo de traço que forma o desenho. O Bitmoji é mais parecido com o mangá, caracterizado pelos olhos e cabeça grandes e o corpo bastante esguio.
Apps famosos para criar seu próprio emoji (Foto: Bitstrips)
Entenda a criação dos apps ... Jacob Blackstock, artista cômico, e seu amigo Jesse Brown, jornalista, fundaram a Bitstrips em 2008, na cidade de Toronto, no Canadá. No mesmo ano, a empresa foi divulgada pela primeira vez no South by Southwest, um festival de cinema, música e tecnologia que ocorre todos os anos em Austin, nos Estados Unidos. A startup investiu no mercado educacional com o lançamento de "Bitstrips for Schools", em 2009. A iniciativa foi voltada para escolas em Ontário. Já em 2012, desenvolveu a versão web do Bitstrips para o Facebook, virando um fenômeno mundial, e no ano seguinte conseguiu arrecadar US$ 8 milhões em um financiamento da Horizon Ventures e da Kleiner Perkins para criar o app para celulares iOS (iPhone) e Android que conhecemos hoje. De acordo com Brown, a ideia por trás da invenção do aplicativo foi tornar possível que qualquer pessoa possa criar sua própria tira de quadrinhos. Para ele, o app é "uma base para uma nova maneira de se comunicar" e um "YouTube para quadrinhos". O conceito também te...


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