Novembro é mês de Black Friday e, também, de abrir o olho. Hackers estão aproveitando a maior inclinação das pessoas a comprarem neste período para lançar nas redes sociais promoções falsas. Ao longo dos últimos 20 dias, a PSafe, fabricante do DFNDR Security, levantou mais de 80 ofertas de farsante na carona da Black Friday. Para convencer as vítimas, usam a reputação de grandes varejistas como — Casas Bahia, Ponto Frio e Lojas Americanas —, companhias aéreas e marcas de cosméticos para aplicar golpes.
Compre com segurança na Black Friday; vídeo
Black Friday: cinco dicas para comprar com segurança Os ataques mais populares são aqueles que acontecem por meio de páginas falsas que imitam as de lojas virtuais verdadeiras ou mesmo que fingem ser sites de e-commerce que não existem. Segundo Emílio Simoni, diretor do DFNDR Lab, esse tipo de golpe é mais fácil de criar, executar e, também, de viralizar na Internet. "Basta que as pessoas compartilhem o link [da oferta falsa] para que outros também acabem caindo nos golpes, que vão desde cadastramento em serviços pagos de SMS até roubo de dados e credenciais bancárias", explica Simoni.
Post em página falsa que simula promoções do Ponto Frio (Foto: Reprodução/Psafe)
O que acontece? Ao entrar em um site falso — seja por meio de ataque homográfico ou por truques na URL que enganam os usuários — o consumidor acha que está no site original da varejista. Escolhe o produto, acessa o carrinho e usa suas credenciais de login e senha reais, na expectativa de finalizar a compra. É aí que mora o perigo. O criminoso capta esses dados e usa, em seu nome, para realizar compras na loja oficial, acessar mais informações como CPF, endereço, telefone e cartão de crédito.
Principais vetores Mas, onde estão essas promoções falsas? Quase sempre, pipocam na sua tela a todo momento. A Psafe alerta que redes sociais e mensageiros, assim como mensagens de e-mail, são os vetores favoritos dos hackers para aplicar golpes de phishing (em que "pescam" dados com sites falsos) e disseminar links maliciosos.
Página falsa do Extra para a Black Friday usa links encurtados (Foto: Reprodução/Psafe) “Atualmente no Brasil, as principais plataformas de disseminação dos ataques de cibercriminosos são o WhatsApp e o Facebook, com cerca de 70% de todos os golpes. Isso acontece porque os hackers utilizam mecanismos de engenharia social para conseguir atingir seus alvos. Afinal, quem desconfia de um link recebido pelo amigo, pelos pais ou em grupos de ...


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