Se você acessou a internet ou viu algum noticiário nos últimos dias, com certeza ouviu falar da Bitcoin, moeda totalmente virtual que, somente em 2017, teve alta acumulada de mais de 1000% desde o começo do ano. Apesar de ser um investimento com vários riscos, como a volatilidade do preço e a incerteza quanto ao futuro da moeda, a moeda se tornou uma grande aposta para vários investidores.
Além dessas desvantagens bastante conhecidas, a aplicação em Bitcoin também esconde um problema pouco perceptível à primeira vista: os ganhos sempre dependem exclusivamente da valorização da moeda. Ou seja, se alguém comprar 1 Bitcoin por 50 mil reais, e alguns meses depois o preço subir para 70 mil, o lucro foi somente porque o Bitcoin subiu – porém, a quantidade total de Bitcoins, continua nesse caso sendo sempre uma unidade. Não há juros ou dividendos. Assim, a maioria dos investidores em Bitcoin adota a estratégia chamada “Buy & Hold” (em tradução literal, “comprar e segurar”). Ela basicamente consiste em comprar a moeda e em seguida guardá-la em alguma carteira digital, esperando a possível valorização do ativo no longo prazo. Por isso, uma equipe de brasileiros criou, em 2016, uma fintech global cujo principal serviço é a Quantum, uma plataforma de investimento com Bitcoins. A Atlas Project surgiu para automatizar o processo de compra e venda, além da valorização, da moeda digital. Para entender como o Quantum funciona, antes é importante um conhecimento sobre como ocorre a negociação da moeda hoje. Atualmente, o Bitcoin é comprado e vendido em diversas corretoras digitais ao redor do mundo, plataformas onde compradores e vendedores da moeda podem trocar o bitcoin por reais, dólares ou outras moedas comuns. Porém, o preço do Bitcoin nessas corretoras raramente é igual. Devido à vários fatores, como o fato de operarem com regras, países, fusos horários e mercados diferentes, cada corretora de Bitcoin possui uma cotação diferente para a moeda digital. Assim, é comum que, ao mesmo tempo, em uma corretora A o preço da moeda esteja mais barato, enquanto na corretora B esteja mais caro. Por exemplo, no momento em que essa matéria é escrita, existem corretoras brasileiras onde o preço da moeda está 64 mil reais, enquanto em outras está 66 mil. Devido a essa diferença constante do preço das corretoras, existe a oportunidade de comprar o bitcoin onde ele está mais barato e vender onde mais caro. Esse processo é chamado no mercado de arbitragem financeira. Todavia, acompanhar os...


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