A fabricante chinesa Xiaomi anunciou uma medida que promete agradar fãs da marca: devolver parte do dinheiro cobrado nos celulares da marca. Segundo o presidente Lei Jun, a empresa se compromete a fixar o lucro das vendas de hardware em até 5%, revertendo ganhos além desse patamar de volta aos usuários.

A conta envolve o faturamento comercial sobre smartphones, produtos de automação residencial e demais setores em que a companhia atua.

Compradores de smartphones da Xiaomi podem ter dinheiro de volta se empresa lucrar demais (Foto: Divulgação/Xiaomi)

Compradores de smartphones da Xiaomi podem ter dinheiro de volta se empresa lucrar demais (Foto: Divulgação/Xiaomi)

De acordo com o principal executivo da Xiaomi, a empresa irá “distribuir o excedente por meios viáveis para os usuários” a cada fim de ciclo fiscal, que compreende 12 meses. O método que a empresa deverá usar para devolver parte do dinheiro aos consumidores não foi detalhado.

Ao mesmo tempo, a companhia mantém a promessa de vender aparelhos de alta tecnologia por preços baixos. Nesse sentido, nada deve mudar nas linhas Redmi e Mi de celulares da fabricante, que oferecem, em geral, um melhor custo-benefício em comparação com modelos de marcas como Samsung e Apple.

Black Shark é a posta da Xiaomi para obter lucros no segmento gamer (Foto: Divulgação/Xiaomi)
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Black Shark é a posta da Xiaomi para obter lucros no segmento gamer (Foto: Divulgação/Xiaomi)

A margem de lucro máxima de 5% também não deverá ser novidade para a Xiaomi, segundo o site TechCrunch. Empresas que comercializam celulares costumam lucrar pouco na venda de hardware. A Apple domina o faturamento mundial de smartphones, com 87% dos ganhos mesmo respondendo por apenas 18% de presença do iPhone no mercado. Os outros 13% de rendimento são distribuídos entre as demais empresas que atuam no setor, com destaque para a Samsung.

Essa distribuição desigual de faturamento e é ainda mais acentuada em fabricantes como a Xiaomi, que tem propósito de oferecer alto valor por menor preço. A tendência, portanto, é que dificilmente a companhia ultrapasse a meta de lucratividade de 5%. O percentual estipulado, vale lembrar, se refere aos lucros descontados de impostos.

Com informações: TechCrunch

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