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Por Julio César Puiati, para o TechTudo


O Mundial de League of Legends 2018 vai começar! O torneio é o mais importante do jogo desenvolvido pela Riot Games e já conta com sete edições finalizadas. Neste ano, a competição será disputada entre os dias 10 de outubro e 3 de novembro, na Coreia do Sul, e o Brasil será representado pela KaBuM!. Enquanto as partidas não começam, veja sete fatos interessantes sobre a competição internacional que reúne as melhores equipes de LoL do mundo.

Duas vezes KaBuM!

O Brasil fez sua primeira participação no Mundial de LoL de 2011. De lá para cá, apenas uma organização brasileira conseguiu se classificar duas vezes para o Mundial: a KaBuM! A equipe disputou a competição em 2014 e retorna ao campeonato na edição 2018. Alexandre "TitaN" Lima e seus companheiros terão pela frente Cloud9 (Estados Unidos) e DetonatioN FocusMe (Japão) na fase de entrada.

Há quatro anos, quem fazia história era o quinteto formado por Pedro "LEP" Marcari, Daniel "Danagorn" Drummond, Thiago "TinOwns" Sartori, Gustavo "Minerva" Queiroz e Daniel "dans" Dias. Os representantes brasileiros terminaram a campanha na lanterna do grupo D com cinco derrotas e uma vitória, esta última, contra a campeã europeia Alliance.

Tricampeã mundial

A SK Telecom T1 é a maior vencedora do Worlds. O tradicional time sul-coreano já acumula três troféus do torneio, conquistados nas edições de 2013, 2015 e 2016. Durante muito tempo, a equipe do craque Lee "Faker" Sang-hyeok foi a grande org a ser batida no cenário internacional de League of Legends. O panorama, entretanto, vem se alterando nos últimos anos.

Após perder o título de 2017 para a conterrânea Samsung Galaxy, na China, a SKT nunca mais foi a mesma. Os representantes da Coreia do Sul não conseguiram apresentar boas atuações na liga nacional e tampouco conseguiram se classificar para o Mundial deste ano. Apesar da má fase, a agremiação ainda carrega o status de equipe melhor sucedida da história.

Soberania asiática

Além do tricampeonato conquistado pela SK Telecom T1, outros três times asiáticos voltaram a vencer o Mundial: Taipei Assassins, de Taiwan, em 2012, Samsung White (2014) e Samsung Galaxy (2017), as últimas duas oriundas da Coreia do Sul. A europeia Fnatic foi a única organização fora da Ásia a levantar um troféu da competição.

Os representantes do Velho Continente foram os primeiros campeões da história do torneio. O título foi disputado no ano de 2011, em final contra a against All authority, da França. Maciej "Shushei" Ratuszniak, Lauri "Cyanide" Happonen, Enrique "xPeke" Martínez, Manuel "LaMiaZeaLoT" Mildenberger e Peter "Mellisan" Meisrimel venceram por dois a um.

Fora pela primeira vez

Os fãs da liga norte-americana de League of Legends vão sentir falta de um certo time na edição 2018. Isso porque a Team Solomid, figurinha carimbada em todos os Mundiais até aqui, estará fora do campeonato pela primeira vez na história. A equipe dos Estados Unidos perdeu a repescagem do segundo split para a Cloud9 e não conseguiu se classificar.

A famosa TSM foi morada de vários craques do cenário internacional, como o topo Marcus "Dyrus" Hill, o meio Søren "Bjergsen" Bjerg (ainda na line up atual) e o atirador Yiliang ''Doublelift'' Peng. A organização seis vezes campeã da LCS América do Norte chegou perto de conquistar um título mundial, quando alcançou as semifinais da edição em 2011.

Seis vezes Sneaky

Zachary "Sneaky" Scuderi é o atleta com mais participações consecutivas em mundiais. O atirador norte-americano jogou as edições de 2013, 2014, 2015, 2016 e 2017 pela Cloud9. Em 2018, o pro player defende mais uma vez a camisa da agremiação dos Estados Unidos e enfrentará os brasileiros da KaBuM! e o japoneses da DetonatioN na Fase de Entrada.

Sneaky é veterano no cenário de League of Legends. O jogador de 24 anos compete profissionalmente desde 2012 e já passou por outras equipes, como Pulse Esports, Team Dignitas e Quantic Gaming. Com a Cloud9, Zachary nunca atingiu uma semifinal de Worlds, mas já levantou duas taças da LCS América do Norte (2013 e 2014).

73 milhões envolvidos

Em sete edições disputadas até aqui, o Mundial de League of Legends já distribuiu em premiações US$ 18 milhões (cerca de R$ 73 milhões em conversão direta). As cifras expressivas mostram o prestígio e a importância da competição dentro do esport. Para se ter uma ideia, em 2017 só o campeão levou para casa US$ 1,8 milhões (R$ 7,3 milhões).

Historicamente, o dinheiro investido no torneio tem aumentado significativamente com o passar dos anos. Na primeira edição, as equipes foram premiadas com US$ 99,5 mil (R$ 405 mil). Ainda não se sabe a premiação geral do Worlds 2018. Entretanto, é bem provável que o valor ultrapasse os US$ 4,5 milhões (R$ 18,3 milhões) da temporada passada.

O queridinho dos atletas

Lee Sin foi o campeão mais escolhido em sete temporadas disputadas. O tradicional caçador de League of Legends, presente no game desde a primeira edição do Mundial, apareceu 136 vezes em partidas. O campeão se destacou nas mãos de notáveis junglers do cenário profissional, como o sul-coreano Choi "inSec" In-seok, ex-Star Horn Royal Club.

Apesar de estar atualmente fora do meta, Lee Sin sempre foi uma escolha flexível para a selva. O kit de habilidades do caçador se destaca por possibilitar diversas jogadas criativas que podem alterar o rumo de uma partida. Não à toa, é conhecido por ser um dos campeões mecanicamente mais difíceis de se aprender em League of Legends.

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