Por Raquel Freire, para o TechTudo

19/10/2018 08h00


A JBL tem diversas caixas de som Bluetooth à venda no mercado brasileiro, que fazem sucesso pela boa relação custo-benefício e ficha técnica interessante. Uma das especificações mais importantes nesse tipo de produto é a autonomia da bateria, principalmente em modelos que funcionam sem fio. Para aproveitar o máximo do componente, existem alguns cuidados que podem ajudar.

Pensando nisso, o TechTudo reuniu várias dicas para otimizar o carregamento dos alto-falantes da marca. As informações tiram dúvidas frequentes e ensinam o melhor jeito de operar a bateria das caixas JBL para que durem mais e recarreguem mais rápido.

Quer comprar uma caixa de som barata? Encontre os melhores preços no Compare TechTudo

Qual é o tempo médio para a carga ficar completa? E quanto tempo a bateria dura?

A JBL Go, caixa de som mais básica da marca, leva 1h30 para ser completamente carregada. Quando a bateria está cheia, ela dura até 5 horas de reprodução de música direto. A bateria da Flip 4, modelo intermediário, demora 3h30 para chegar a 100%, considerando que ela esteja sem nenhuma carga, e funciona por até 12 horas depois de estar cheia.

Entre os modelos vendidos no Brasil, a maior capacidade é a da Boombox, que pode tocar por até 24 horas – para isso, precisa ser carregada por 6h30. Já a JBL Charge 3 tem autonomia parecida, entregando até 20 horas de música e tempo de recarga de aproximadamente 4h30.

Volume alto consome mais bateria?

Sim. Não apenas o volume interfere no consumo, mas o tipo de batida também. Músicas com muitos graves, que fazem com que o alto-falante fique tremendo constantemente, consomem mais energia.

Como saber o nível de bateria da caixa?

Cada modelo traz um tipo de indicador de nível de bateria. Na já citada JBL Go, por exemplo, o LED da frente da caixinha ficará vermelho e piscando quando a bateria estiver baixa.

Versões mais robustas, como a Pulse 3, Flip 3, Charge e Boombox trazem uma sequência de cinco LEDs que mostram o percentual de carga. Cada luz corresponde a 20% de energia; tudo aceso significa carga completa, enquanto tudo apagado quer dizer bateria no fim.

A primeira carga tem que ser maior?

Não. A JBL usa baterias de polímero de íon de lítio, que não necessitam de uma carga inicial maior ou qualquer preparação para serem usadas. Ligar a caixa de som pela primeira vez é igual a todas as outras: basta que a bateria esteja com alguma carga.

É melhor deixar a bateria esvaziar completamente para carregá-la?

Não, pelo contrário. As baterias de íon de lítio ficam instáveis quando sua carga chega próximo de zero, causando grande desgaste no componente. O ideal é manter equipamentos com esse tipo de bateria com carga superior a 50% ou, pelo menos, não deixá-los ficar abaixo dos 30%.

No cenário perfeito, também seria interessante não deixar que a bateria chegasse a 100%, pois a alta tensão estressa o componente desse tipo e reduz sua vida útil. Essa medida, entretanto, vai diminuir o tempo de reprodução de música da sua caixa de som e, por isso, não chega a ser exatamente aconselhável.

É melhor carregar a caixa de som ligada ou desligada?

O ideal é fazer a recarga com a caixa desligada. Isso porque o sistema de detecção de carga total pode sofrer interferências, levando à sobrecarga da bateria e até causando mini-ciclos. Mesmo que isso não aconteça, o carregamento com o dispositivo ligado inevitavelmente é mais demorado do que com ele ligado.

Usar carregador de outro aparelho,

... como celular, estraga?

Não estraga. Alguns modelos de caixa da JBL sequer trazem adaptador de tomada, acompanhando apenas o cabo USB. Ou seja: a própria fabricante admite que você vai usar carregador de outro dispositivo.

O que é muito importante é que você use um acessório original e devidamente certificado. Carregadores de origem duvidosa apresentam riscos reais, já que podem não identificar quando a bateria atinge a carga máxima. Caso isso aconteça, o componente recebe uma tensão excessiva que pode até causar explosões e curto-circuitos.

Carregar no computador é ruim?

Não. As portas USB dos computadores fornecem energia aos dispositivos conectados, algo que funciona de maneira segura. Dessa forma, a conexão não é ruim, apesar de suas limitações.

Uma dessas tem relação com o tempo de carregamente: os padrões de USB 1.0 e 2.0 oferecem corrente de 500mA, enquanto o 3.0 tem capacidade de 900mA. Esses valores são menores do que os fornecidos pela tomada, por exemplo, o que significa menor corrente envolvida. Logo, a bateria da caixa vai demorar mais para chegar aos 100% em comparação a plugar o dispositivo na tomada.

Outra questão é que o computador pode ficar sobrecarregado caso você conecte vários dispositivos. Portanto, se for carregar o sistema de som da JBL no laptop, não plugue o celular em outra porta USB.

Via Battery University (1, 2 e 3)

Qual smartphone tem a bateria mais durável? Tire suas dúvidas no Fórum do TechTudo



>>> Veja o artigo completo no TechTudo

Sobre Gerência Imóveis

Única plataforma que conecta o proprietário à imobiliária e/ou corretor de imóveis com o foco em potencializar as vendas e torná-las mais seguras maximizando o tempo do corretor.