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Por Filipe Garrett, para o TechTudo


O GPU-Z é um programa para Windows que verifica a performance do seu computador e pode, inclusive, detectar placas de vídeo falsas, que prometem especificações premium, mas possuem processamento gráfico de entrada. O programa, que monitora o funcionamento do modelo instalado no computador em tempo real, pode ser baixado de forma gratuita na Internet.

Confira no passo a passo a seguir como saber se a GPU instalada no seu PC é autêntica ou não. É importante ressaltar que a função para descobrir uma possível fraude está disponível apenas nas versões mais recentes do aplicativo.

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Passo 1. Acesse o TechTudo Downloads e baixe a versão mais recente do GPU-Z;

Passo 2. Execute o programa no seu computador. Você poderá escolher entre rodar a versão sem instalação clicando na opção “No”. O software funciona perfeitamente mesmo sem instalação definitiva, mas, se preferir, selecione “Yes” para tranferir o aplicativo;

Passo 3. O GPU-Z tem uma interface simples, com diversos dados sobre a placa de vídeo do seu computador. Dependendo do sistema, assim que você abrir o app, a placa gráfica selecionada será a GPU integrada da Intel;

Passo 4. Selecione a GPU dedicada, da Nvidia ou AMD, para descobrir se ela é original ou não;

Passo 5. Se sua placa gráfica for original, ou seja, se as especificações não forem alteradas após a fabricação, você deverá ver uma tela semelhante a essa, em que o logotipo da fabricante – no nosso caso, a Nvidia – é exibido em destaque;

Passo 6. Se, por outro lado, a placa de vídeo que você está usando tem alguma especificação incorreta e que foge do padrão, o GPU-Z mostrará um sinal de alerta em vez do logo tipo do fabricante;

GPU pirata?

O conceito de pirataria aqui não se refere diretamente a uma placa pirata fabricada sem o controle da Nvidia ou da AMD, como acontece com outros tipos de produtos falsificados. No caso das placas de vídeo, o que pode acabar acontecendo é que a fabricante aproveita um processador gráfico mais poderoso e lança uma versão limitada dele em uma placa de vídeo mais barata.

A ação dos "piratas" consiste em mudar as especificações da placa por meio de firmwares alterados, fazendo com que ela exiba dados técnicos e, em alguns casos, até a mesma performance da versão mais cara. O problema é que, na maioria dos casos, os processadores usados nos modelos mais baratos têm esse destino por não oferecerem suporte para as especificações mais avançadas, o que pode levar a problemas, como travamentos e eventual inutilização da placa. Essa situação tem sido comum no mercado chinês.

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