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Por Julio César Puiati, para o TechTudo


O Mundial 2018 de League of Legends 2018 já conhece suas duas equipes finalistas: Fnatic, da Europa, e Invictus, da China. A definição dos times na grande final marcou a quebra de um tabu histórico. Pela primeira vez em sete anos uma equipe do Ocidente disputa uma decisão do torneio. Isso não acontecia desde 2011, primeira edição da competição, quando a própria Fnatic sagrou-se campeã. Relembre, a seguir, os times que já estiveram na final da competição e a hegemonia asiática no circuito internacional de LoL.

Primeira e única vez

Em 2011, nos primórdios do circuito competitivo de League of Legends, o primeiro campeonato mundial do game foi disputado no festival DreamHack, em Jönköping, na Suécia. Ainda em fase experimental, apenas oito equipes participaram do evento organizado pela Riot Games: três times da Europa, três da América do Norte, um da Filipinas e um de Cingapura.

Maciej "Shushei" Ratuszniak, Lauri "Cyanide" Happonen, Enrique "xPeke" Martínez, Manuel "LaMiaZeaLoT" Mildenberger e Peter "Mellisan" Meisrimel formaram o quinteto da Fnatic que conquistou o título inédito do evento. Na final, os europeus bateram os conterrâneos da against All authority por dois a zero e faturaram cerca de R$ 50 mil em premiações.

Hegemonia asiática

Entre 2012 e 2017, o que se viu no cenário profissional de League of Legends foi um período de amplo domínio asiático. Todas as finais mundiais foram disputadas entre equipes da Coreia do Sul, China e Taiwan, com destaque para o tricampeonato da SK Telecom T1. O time de Lee "Faker" Sang-hyeok, craque sul-coreano, é considerado por muitos o melhor da história competitiva do LoL.

Taipei Assassins, Samsung White e Samsung Galaxy também chegaram a levantar troféus neste meio tempo. Já no oturo lado do planeta, as equipes europeias e norte-americanas não passaram das semifinais. Origen, Counter Logic Gaming, H2k-Gaming e Fnatic foram alguns representantes ocidentais que bateram na trave nos últimos anos.

Além da Coreia do Sul, dona dos últimos cinco títulos, a China foi outro país muito bem representado até o momento. Embora tenha emplacado nenhum campeão, o país contou com duas equipes em finais de Mundial: Royal Club e Star Horn Royal Club. A organização, a propósito, é a atual Royal Never Give Up, campeã do Mid-Season Invitation 2018.

Pausa no império sul-coreano

O Mundial 2018 proporcionou várias surpresas aos fãs do competitivo. A começar pela surpreendente performance ocidental. Dos quatro semifinalistas, três representantes era de fora do eixo asiático: Fnatic (Europa), G2 Esports (Europa) e Cloud9 (América do Norte).

Além disso, todas as organizações sul-coreanas ficaram pelo caminho. Consideradas grandes potências no cenário profissional, KT Rolster e Afreeca Freecs foram eliminadas nos playoffs. Já a Gen.G, composta pela line up atual campeã mundial, sequer avançou para o mata-mata.

Se por um lado a Fnatic luta pelo bicampeonato, pelo outro a Invictus Gaming tenta conquistar o primeiro título para a China. As equipes se enfrentam dia 3 de novembro (sábado), a partir das 5h no horário oficial de Brasília.

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