Leio agora em um artigo* de Stephen Shankland  publicado na CNET, “IBM and allies find a way to make chips even tinier and faster”, que a IBM e alguns de seus associados conseguiram fabricar um “chip”, ou circuito integrado (neste caso, um microprocessador), gravado sobre uma camada de silício com espessura de apenas sete nanômetros.
A tecnologia capaz deste pequeno milagre ainda está em fase experimental, mas seus desenvolvedores estão trabalhando celeremente para que muito em breve esteja sendo usada no processo de fabricação de CIs comerciais. Veja o “chip” em questão na ponta do dedo de um pesquisador na Figura 1, obtida no artigo citado e de propriedade da IBM Research.
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"Chip" gravado sobre uma camada de silício (Reprodução/IBM Research)
Essa é o tipo da notícia sobre tecnologia que se lê, sacode-se a cabeça em sinal de admiração, pensa-se um pouco sobre ela e logo se passa adiante para a leitura da próxima novidade. E aí está o problema: pensar somente um pouco sobre ela. Porque, se pararmos para analisar mais profundamente seu significado, mergulharemos em um universo espantoso que por vezes foge inteiramente da nossa compreensão. Por exemplo: o que significa exatamente a medida “sete nanômetros”? Se eu lhe disser que um comprimento é dez metros, que um objeto mede pouco mais de quinze centímetros enquanto outro mal chega a três milímetros você pode formar uma ideia razoável de cada um deles: o primeiro corresponde mais ou menos à largura de uma rua, o segund...

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