Nos últimos quatro anos, pesquisadores do Google estão aperfeiçoando redes neurais virtuais para reconhecer de forma mais precisa imagens e sons. Elas seguem modelos de aprendizados para inteligência artificial, baseados em modelos neurológicos de seres vivos. A tecnologia ganhou a Internet quando eles desenvolveram um jeito de reinterpretar essas imagens, com resultados psicodélicos.
Google, Microsoft e Apple vão deixar navegadores 20 vezes mais rápidos
Exemplo de imagem gerada pelo algoritmo do Google Deep Dream (Foto:Reprodução/Google)
Os algoritmos são treinados recebendo milhares de imagens diferentes e dizendo a eles o que são. Quando, por exemplo, você mostra uma pizza ao robô em diversos ângulos e formatos diferentes, podemos dizer que ele foi treinado para reconhecer uma pizza. Desse modo, ao mostrar imagens para o computador, ele será capaz de dizer se existem ou não pizzas nelas, e o quão seguro ele está disso. O reconhecimento do objeto em si é feito pela repetição de padrões de certas características dele, como forma e tamanho. No Facebook, um recurso parecido e mais simples está disponível, quando o site reconhece o rosto de seus amigos em fotos e sugere que você os marque. Para a imagem como um todo, o computador a interpreta por meio de diversas camadas de compreensão, sendo as primeiras direcionadas ao reconhecimento de coisas simples como portas e folhas, e as últimas utilizadas para o reconhecimento de padrões complexos, como árvores ou prédios (a união de diversos padrões simples). Com a ajuda d...

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