A IBM desenvolveu um conjunto de processadores TrueNorth que tem capacidade semelhante a de um cérebro de roedor. Na prática, isso quer dizer que a tecnologia será capaz de identificar imagens, palavras e linguagem assim como um cérebro biológico. A ideia da pesquisa é aplicar essas descobertas em celulares, para gerar, no futuro, um hiper smartphone. 
Novo processador Snapdragon 820 vai deixar celulares 'top' mais rápidos
Usando 48 módulos com processadores TrueNorth, IBM conseguiu simular um cérebro de rato em laboratório (Foto: Divulgação/IBM)
O conjunto de 48 processadores é constituído por 48 milhões de células nervosas artificiais, o mesmo número de neurônios presentes no cérebro de um rato. Essas mesmas redes dão a capacidade de aprender e evoluir com o tempo. 
Assistentes virtuais como Siri, Cortana e Google Now; o recurso de reconhecimento facial nas fotos do Facebook; e a tradução instantânea no Skype são apenas alguns exemplos de aplicações que poderiam tirar proveito da tecnologia. Com as células, esses sistemas rodam algoritmos específicos, batizados de deep learning (aprendizado profundo, em uma tradução livre). A diferença é que todas essas tecnologias funcionam longe do usuário – elas rodam em servidores enormes que demandam conexão constante com a Internet. O projeto da IBM é uma versão compacta desses servidores, com menor consumo de energia e mesmo poder de processamento. Esse projeto pode gerar novas CPUs para smartphones, fornecendo ao usuário recursos de inteligência artificial q...

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