O grupo Ashley Madison, rede social que promove "puladas de cerca" entre casados, ainda
está investigando o suposto vazamento de dados, envolvendo e-mails e transações de cartões de crédito, com objetivo de determinar a veracidade das informações. Em nota, o site repudiou os ataques sofridos no mês passado, quando houve uma invasão e dados de 37 milhões de usuários foram acessados.
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O Ashley Madison também rejeitou o título de ciberativismo, categorizando o ato como crime. "Estamos monitorando e investigando ativamente esta situação para determinar a validade de qualquer informação publicada online e vamos continuar a dedicar recursos significativos para este esforço", diz a nota oficial do Ashley Madison. O texto também afirma que é de interesse do grupo continuar operando seus negócios sem censuras. "Este evento não é um ato de hack ativismo, é criminoso", completam.
Ashley Madson (Foto: Divulgação/Ashley Madson)
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Virtudes e moral
O argumento é que uma possível publicação de dados pessoais é uma ação ilegal contra os indivíduos cadastrados no site AshleyMadison. Que, pela lei, não estão cometendo nenhum ato ilícito. Para executivos do site, os criminosos por trás do ataque querem “impor uma noção pessoal da virtude em toda a sociedade”. 
No mês anterior, o grupo por trás do ataque ameaçou divulgar os dados e revelar a identidade dos membros da rede...

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