Tech - Até quem sabe…


Esta é uma coluna de despedida, mas não uma despedida radical, tipo “adeus”. É mais uma despedida tipo “Até um dia, até talvez, até quem sabe…”, como a da linda canção de João Donato e Leila Pinheiro.
Veja todas as colunas do B. Piropo Explico. Lá pelos meados dos anos oitenta do século passado eu comprei um computador para poder continuar a exercer minha profissão de engenheiro assim que descobri que, sem computador, não daria para trabalhar. E gostei. Gostei tanto que me apaixonei pelo assunto. A máquina era mais que uma ferramenta: era um desafio, um jogo de obstáculos, um problema de lógica interessantíssimo. Para quem, como eu, gosta de matemática, lógica e eletrônica, era um parque de diversões. Uma Disneylândia. Naqueles tempos, para um leigo usar um computador era preciso desvendar um mistério atrás do outro. Para começar, havia que se descobrir o sentido e os efeitos – por vezes totalmente inesperados – dos comandos que tinha que digitar para fazer a máquina funcionar, pois o sistema operacional era acionado via “interface de caracteres”, onde digitavam comandos sucessivos na “linha de comando” (um negócio parecido com o que hoje chamamos de “Prompt de comandos”).
Ainda não tinhamos interfaces gráficas e o Windows 3, primeiro com um mínimo de usabilidade, só viria a aparecer no início da década seguinte – mesmo assim pouca gente fez fé.
"Até um dia, até talvez, até quem sabe..." (Foto: B. Piropo)
O problema é que não havia onde aprender. Livros, apenas em inglês e ain...

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