No que você pensa quando falamos de drones? É possível que venha à cabeça selfies mirabolantes, a cobertura das manifestações de 2013 na capital paulista, ou mesmo as recentes campanhas do exército americano no Paquistão, que contaram com o uso extensivo - e polêmico - de bombardeiros não-tripulados.
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Mas o que se viu na Droneshow Latin America foi um pouco diferente: a primeira feira do setor na América do Sul quis apresentar como drones (também conhecidos como VANTs), longe de áreas militares e redações, podem modernizar atividades comerciais e ajudar na economia local.
DroneShow reuniu expositores e amantes de drones da América Latina (Foto: Leonardo Ávila/TechTudo)
O tema da exposição é a maneira com que os drones podem ajudar em diversos ramos de produção. A ideia, segundo Emerson Zanon Granemann, diretor da MundoGeo, empresa responsável pela realização e organização da feira, é “mostrar as inúmeras aplicações dos drones, seu uso comercial intensivo, desde que os profissionais se capacitem para entender os processos de coleta e processamento dos dados e as técnicas de pilotagem segura”. 
Claro que andar pelo pavilhão pequeno da feira é, de certa forma, ainda voltar a ser criança: aparatos aéreos de todo o tipo, dos pequeninos aos de envergaduras amplas, cheio de rotores ou parecidos com aeromodelos, capazes de decolagem vertical e até lançados de mini catapultas, enfeitam o ambiente.
Evento reuniu mais 2 mil pessoas em São Paulo (Foto: Leonardo Ávila/TechTudo)
Há um inegável apelo meio James Bond à exposição, mas considere, por exemplo, o AIBOTIX X6V2: o esguio corpo alaranjado munido de 6 hélices e um controle capaz de leitura térmica sugerem um brinquedo saído direto da oficina do famoso serviço britânico. A máquina, porém, é desenhada não para agentes secretos, mas sim para geólogos, fazendeiros e engenheiros.
O modelo AIBOTIX X6V2 foi desenhado para geólogos e fazendeiros (Foto: Leonardo Ávila/TechTudo)
Seu “superpoder” está no fato de que ele é capaz de capturar imagens aéreas em áreas pequenas de forma mais abrangente e menos custosa do que vias tradicionais (que geralmente envolveriam o aluguel de um satélite ou de uma aeronave tripulada) e ainda ser capaz de detectar potenciais perigos de forma precisa para equipes em terra. Seu colega maior, o Leica RCD30, consegue até mesmo carregar compostos e cuidar da pulverização de plantações.
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