Mesmo que você não tenha muito tempo para pensar, não é difícil imaginar o que carros elétricos e smartphones têm em comum. Tanto num caso como no outro, tudo só acontece a partir de baterias. E seja sobre quatro rodas, seja com telas sensíveis ao toque, a maior parte das baterias é composta por íons de lítio. Mas há vários outros tipos de componentes sendo testados e muita eficiência a ser conquistada.
Isso mesmo, você ouviu certo: cerca de 30 tipos de bateria sendo testadas. A pesquisa por materiais diferentes é enorme.
A China é a maior produtora de baterias do mundo. Lá, devido às taxas alarmantes de poluição do ar, a política de incentivo do uso dos elétricos é vista como medida de urgência. Além disso, existe todo um domínio da tecnologia de produção de baterias; um tipo de conhecimento que não se adquire da noite para o dia.

Hoje, no Brasil, não existe uma indústria capaz de produzir as células de lítio. Ainda assim, há quem defenda que as baterias poderiam ser possivelmente produzidas aqui pela abundância de algumas matérias primas disponíveis no país. A questão é que matéria prima sozinha não significa nada!
Se a gente não tem “know-how” para produzir as células das baterias, por outro lado, o Brasil está na vanguarda do desenvolvimento da parte inteligente das baterias para veículos elétricos. O lítio é um metal pequeno que, em contato com o ar ou umidade, sofre combustão espontânea. Literalmlente, pega fogo!
As baterias são o componente mais caro dos elétricos. Mas entre 2012 e 2016, o custo delas já caiu pela metade. Recentemente, a Tesla disse ser capaz de produzir baterias por cerca de 125 dólares por quilowatt-hora. Pesquisadores dizem que o custo dos carros elétricos será equivalente ao dos veículos convencionais quando os preços das baterias chegarem a 100 dólares por quilowatt-hora. Ou seja, estamos a poucos anos do empate. Além de não poluir, os elétricos são mais eficientes, exigem menos manutenção e isso deve torn&a...


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