O Conselho Federal de Medicina Veterinária estima que cerca de 250 mil cachorros sejam sacrificados todos os anos por alunos em formação; uma média de nove animais mortos por aula. Um número assustador! Mas uma tecnologia recém-chegada ao Brasil pode reduzir drasticamente esse número - tudo graças ao cachorro sintético! Este é o primeiro modelo no país, mas segue uma tendência mundial de acabar com o uso de cadáveres em salas de aula.
Para quem não é do ramo, dá até certa aflição chegar perto do cadáver sintético. Desenvolvido em um polímero a base de sódio e água, o boneco tem textura e densidade similares às estruturas anatômicas reais de um cachorro. Fora isso, o cachorro sintético tem todos os sistemas e órgãos do corpo canino. Com ele em sala, alunos podem realizar cirurgias, dissecações, entubações e diversos outro...

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