Que as mulheres conquistaram o seu espaço no mercado de trabalho, não há dúvidas. Segundo dados do IBGE, a mão de obra feminina corresponde a 43,8% da foça de trabalho no Brasil. Mas o aumento do número de funcionárias nas empresas não resolveu outra grave desigualdade: a diferença na remuneração entre os gêneros. Um triste problema que deve demorar décadas a ser resolvido no mundo.
Segundo dados do Fórum Econômico Mundial, a igualdade de gênero no que diz respeito à remuneração só acontecerá daqui a 78 anos. Mas há previsões ainda mais alarmantes, como a da Associação Americana de Mulheres Universitárias, que prevê 135 anos até a equiparação salarial nos Estados Unidos, que está à frente do Brasil nesse quesito. Na prática, a verdade sob os números e estimativas é bem mais cruel: se nada for feito, nem nós, nem nossas filhas e talvez nem mesmo nossas netas viverão em um mundo em que homens e mulheres recebam o mesmo salário.
No mercado de tecnologia, a realidade não é diferente. Segundo uma pesquisa da Catho, a diferença salarial média entre homens e mulheres na área supera os 20%. Além disso, o abismo pode se ampliar dependendo do cargo ocupado, sendo menos comum a chegada de trabalhadoras a postos de chefia.

A diretora-...

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