O PSOne foi um dos primeiros videogames a realmente apostar nos gráficos tridimensionais. Enquanto isso abria possibilidades, rendeu também muitos títulos ruins. Street Fighter: The Movie, Patriotic Pinball e Mortal Kombat Special Forces são alguns exemplos disso. Confira a lista que traz os piores games do console da Sony.

Confira os piores jogos da série Street Fighter

Confira os piores jogos e as grandes decepções da época do PlayStation One (Foto: Montagem / Dario Coutinho)Confira os piores jogos e as grandes decepções da época do PlayStation One (Foto: Montagem / Dario Coutinho)

- Street Fighter: The Movie

Street Fighter: The Movie é um game oficial, baseado no filme de 1994, que foi desenvolvido pela Capcom em parceria com a Acclaim. Se Mortal Kombat e Street Fighter virassem um crossover nos anos 90, seria algo provavelmente assim.

Apesar da boa captura fotográfica dos atores e lista extensa de comandos, Street Fighter: The Movie é um péssimo exemplo da caracterização dos personagens. O game vale a pena apenas pela possibilidade de jogar com Jean-Claude Van Damme e Blanka “boladão”.

- Mortal Kombat Special Forces

Pegue todo o “hype” da época do excepcional Ultimate Mortal Kombat 3 e coloque em um jogo de ação em terceira pessoa sem fatalities, sangue ou qualquer tipo de violência. Você acha que é impossível ficar mais frustrado? Mas não é só isso. Mortal Kombat Special Forces trazia controles ruins e um péssimo design de fases.

No game, o jogador controla Jax em uma nova aventura para derrotar Kano, que acaba de libertar vários criminosos da cadeia. Os gráficos são razoáveis, mas a jogabilidade é imperdoável.

- Blasto

Desenvolvido pela Sony e com larga publicidade, Blasto foi um dos maiores desastres do SCEA. O jogo, que contava com uma boa produção, colocou tudo a perder com controles lentos e fases que insistiam em fórmulas de salto desnecessárias.

Blasto poderia ter rendido um excelente jogo de plataforma 2D, com gráficos bidimensionais. A aposta na terceira dimensão se revelou completamente equivocada, e os principais culpados são novamente: design de fases e controles ruins.

- Barbie Explorer

Qualquer jogo da Barbie lançado na época do PlayStation One podia ser resumido apenas como uma completa catástrofe. Porém, o fato dos títulos serem ruins não está relacionado ao estereótipo de “game para menina”.

Barbie Explorer é inspirado em Crash Bandicoot, mas você pode esquecer os diálogos e humor cartoon. O usuário só precisa correr, coletar diamantes e mais nada. Não há qualquer tipo de evolução na jogabilidade.

- Patriotic Pinball

Patriotic Pinball é um dos jogos de mesa de Pinball com o pior visual de todos os tempos. É quase impossível ver a bolinha em meio a tantos objetos patrióticos americanos.

O que estraga e experiência em Patriotic Pinball é a ausência de músicas e física. Além disso, o áudio é mono, algo imperdoável para um console que também é um CD Player. As missões que rendem pontuação travam constantemente, com todos os áudios do jogo, dando até mesmo a impressão de que o game “congelou”.

- Action Man Mission Xtr

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Action Man foi uma série de desenho animado norte-americana que não fez muito sucesso por aqui. Criada pela Hasbro Brinquedos, a franquia aposta em um herói “fortão” e feições adultas, mas com ação totalmente infantil.

Apesar de toda a introdução cinematográfica, o jogo se resume a andar com um carro em uma jogabilidade com visão de câmera aérea. A capa esconde completamente a jogabilidade, que se revela, rasa e simplória. A série Action Man caiu em declínio rapidamente, e o estúdio atingiu seu ponto de equilíbrio ao apostar em um herói mais novo: Max Steel.

- Resident Evil: Survivor

Resident Evil: Survivor é um game de tiro em primeira pessoa que foi originalmente pensado para arcades, mas, depois, foi remodelado para o PlayStation.

O game é compatível com a arma de luz da Namco (Guncon), que é usada como controle. Porém, a arma é compatível apenas com a versão japonesa e europeia de Resident Evil: Survivor. Isso transformar a experiência que já era ruim com arma em um completo desastre sem ela, que foi como o game chegou por aqui.

- South Park: The Game

South Park é provavelmente o desenho mais polêmico da atualidade. Piadas sujas, palavrões e insultos foram usados em um jogo ainda nos anos 90. Mas não na forma de um RPG divertido e imersivo, como South Park: The Stick of Truth. O game, que foi lançado em 1998, era um shooter em primeira pessoa.

A ideia para o jogo rende um tiroteio simplório com movimentação lenta. Mesmo que o visual agrade, o conceito do jogo é claramente equivocado.

- Hugo: Frog Fighter

Atualmente, poucos jogos para celular capturam a diversão proporcionada pelos primeiros game do Atari, como Froggy. Disponível para PlayStation, Hugo: Frog Fighter usa a essência de “Froggy” de uma forma completamente errada.

Hugo: Frog Fighter é um dos piores jogos do PlayStation 1. O game estrela um personagem adorável dos anos 90, com elementos de puzzle e raciocínio na jogabilidade. O título traz comandos ruins e controles com respostas aleatórias.

- Tunguska: Legend of Faith

Tunguska: Legend of Faith é o pior jogo para PSOne. O game de mistério com elementos de ação traz uma apresentação terrível: gráficos ruins e CGs ainda horríveis. Para piorar, há toda uma série de bugs e paredes invisíveis.

O conceito também não ajuda: um “fortão” decide resolver todos os enigmas na base da porrada. Como em muitos títulos da época, Tunguska: Legend of Faith, apostava em uma CG de abertura longa para cativar o usuário.

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