O mundo de fantasia, hist?rias e personagens do games tem, tamb?m, preconceito. ? o que foi discutido em debate no Palco Marte da Campus Party 8, neste segundo dia, em S?o Paulo. Os convidados abordaram quest?es de g?nero e etnia, e sobre como s?o retratados no mundo gamer.
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Julia Basseto, da ?rea de marketing de games da Warner Bros, na Campus Party (Foto: Laura Martins / TechTudo)
Grande parte da discuss?o se baseou no machismo, onde mulheres jogadoras, por exemplo, muitas vezes se escondem atr?s de um apelido para que os outros jogadores n?o saibam seu g?nero e consequentemente n?o sofram preconceito.
O ambiente pode at? parecer ter maioria masculina, mas de acordo com Julia Basseto, da ?rea de marketing de games da Warner Bros, 47% do p?blico que est? comprando jogos s?o mulheres. Esse ? um dos dados mais relevantes para provar que n?o s? os jogadores, mas a ind?stria deveria olhar para esse mercado e deix?-lo mais abrangente n?o s? para as mulheres, mas para homossexuais, transg?neros e quaisquer outras pessoas que estejam em uma ?minoria? da sociedade.
Tem drag?es, tem avi?es caindo, tem esp?rito, mas ? importante que voc? tamb?m se veja no jogo
Julia Basseto, Warner Bros
Para entender o porqu? a ind?stria ? assim, vale ir al?m. O videogame surgiu para a fam?lia e ap?s a crise de 83. Quando houve a crise, a ind?stria se aproveitou para se aproximar do nicho do homem adulto, que era quem poderia comprar os jogos. H? aproximadamente cinco anos as empresas est?o retomando e fazendo game...

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