Você já teve seu pendrive infectado ou comprou um dispositivo com preço muito barato e só depois desconfiou da origem do produto? Pensando em problemas com as unidades flash um desenvolvedor neozelandês criou o USG, um USB firewall contra vírus e ameaças. A letra “G” no lugar do “B” indica “good” (“bom”, em inglês).
Novo pendrive de 2TB da Kingston tem o maior armazenamento do mundo O acessório de código aberto promete garantir a segurança dos seus dados e do PC ao plugar um pendrive. Como uma barreira de proteção, o USG isola ataques ao hardware do computador e também garante que nenhum arquivo malicioso invada o pendrive, trabalhando até mesmo em configurações que um antivírus não consegue vigiar.
USB firewall cria barreira de proteção contra vírus e ameaças (Foto: Divulgação/Robert Fisk)
USG: por que um USB firewall? Desenvolvido por Robert Fisk, o USG promete conter os chamados “BadUSB” (USB ruim) antes que afete o seu PC. O projeto é open source e pode ajudar principalmente quem comprou um pendrive novo sem saber a procedência ou costuma conectar dispositivos em computadores públicos.
Aplicativo do TechTudo: receba dicas e notícias de tecnologia no seu celular Segundo Fisk, o USB firewall faz o trabalho que um antivírus comum não é capaz: o “pendrive bom” detecta ameaças assim que a unidade flash é conectada ao acessório, evitando que qualquer malware passe para o desktop ou notebook. “Os scanners antivírus não podem detectar um BadUSB porque não há vírus para detectar. Os comandos USB maliciosos chegam diretamente ao driver USB, explorando o computador antes que os scanners baseados em arquivos percebam que algo aconteceu”, afirma Fisk.
USG fica entre PC e pendrive possivelmente contaminado (Foto: Divulgação/Robert Fisk)
O USG funciona com tecnologia plug-and-play, ou seja, não exige instalação ou troca de sistemas operacionais. Basta conectar ao PC e plugar o pendrive possivelmente malicioso no acessório. De acordo com o desenvolvedor da ideia, há três perguntas que um usuário deve fazer antes de confiar totalmente em uma nova unidade flash USB. Provavelmente, todas as suas respostas às questões são “não”, o que, para Fisk, indica a necessidade de um firewall. 1) Você sabe quem desenvolveu o firmware do seu pendrive? 2) O firmware foi auditado/checado? 3) Pode confirmar que o firmware em execução na unidade não foi modificado de forma maliciosa durante ou após a fabricação?
Desenvolvedor liberou código aberto para q...


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