O consumo de música nos dispositivos atuais pode envolver o uso de arquivos diferentes do MP3, já que os criadores do formato estão abandonando seu programa de licenças. Entre os novos tipos de arquivos de áudio que ganharam espaço há o FLAC e o AAC. Com propostas diferentes, atendem perfis de uso e de consumo mais amplos, porém conflitantes: o FLAC destina-se a quem exige máxima qualidade, abrindo mão do espaço, já que os arquivos tendem a ser grandes. O AAC pode ser visto como uma opção mais convencional: arquivos de tamanho reduzido, mas com qualidade de som superior ao velho MP3.
Como baixar somente o áudio de músicas do YouTube
Formatos de áudio dividem-se entre lossless (de máxima qualidade) e lossy, compactos e de qualidade inferior (Foto: Luciana Maline/TechTudo) App do TechTudo: receba dicas de tecnologia no celular Entenda os pontos que diferenciam os arquivos FLAC e AAC para saber qual dos formatos se adequa melhor às suas necessidades.
Áudio lossless e lossy Formatos digitais de arquivos de áudio são divididos em dois tipos: lossless (do inglês, sem perda) e lossy (em que, ao contrário, há perda). Um arquivo do tipo lossless, como WAV ou FLAC, tem como característica principal o fato de que o som armazenado no pacote é fiel ao original: ou seja, no processo de conversão da faixa do CD, toda a informação sonora referente à música foi preservada de forma íntegra, sem perda nenhuma, garantindo alta fidelidade ao arquivo. O problema disso é que o resultado é um arquivo grande: uma faixa em WAV pode ter mais de 40 MB. O formato lossy refere-se a uma abordagem em que a conversão do áudio original para o arquivo final (MP3, AAC e etc) passa por um processo de compressão em que uma quantidade variável (dependendo do bitrate escolhido) de informação é eliminada para garantir um arquivo de tamanho menor. No caso do MP3, a proporção é de 10 para 1: um WAV de 40 MB retorna um MP3 de 4 MB, a 128 kbps. Essa informação, eliminada nas conversões tipo lossy, costuma ser definida automaticamente pelo software de conversão a partir de preceitos teóricos relacionados às frequências que nossos ouvidos são capazes de identificar. O problema dessa abordagem é que há ouvidos e ouvidos, há dispositivos e dispositivos de som, e há músicas e músicas: alguns detalhes das canções podem ser eliminados num MP3 ou AAC porque a conversão os ignora.
E o que é bitrate?
Nem todo AAC e MP3 é igual: um arquivo de bitrate baixo será de qualidade bem inferior a uma versão com bitrate...


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