O Google pode estar desenvolvendo um novo sistema operacional. Descoberto na segunda semana de agosto e conhecido até agora como Fuchsia, a plataforma traz algumas peculiaridades como, por exemplo, não ser baseado no kernel do Linux, como são o Android, o Chrome OS e o Chromecast, outros sistemas da gigante de tecnologia.
Aplicativo para Android faz a bateria do celular durar mais; veja como usar No entanto, será que o Fuchsia virá para substituir o Android? Como deve ficar o Chrome OS com a chegada do novo sistema? Por enquanto, muitas dúvidas pairam sobre o possível lançamento de uma nova plataforma do Google. No artigo abaixo, o TechTudo tenta responder as principais dúvidas sobre o assunto. Saiba tudo o que foi descoberto até agora sobre a nova aposta do Google.
Fuchsia tem capacidade rodar tanto em smartphones quanto em PCs (Foto: Lucas Mendes/TechTudo)
Download grátis do app do TechTudo: receba dicas e notícias de tecnologia no Android ou iPhone O que é kernel do Linux? O Fuchsia será um sistema operacional open source — ou seja, de código aberto — completamente novo. Isso porque, ao contrário das outras plataformas do Google, a empresa não adotou o kernel do Linux. A grosso modo, o kernel é o núcleo do sistema. É o responsável pelas instruções básicas, como o acesso à memória e ao processador. O kernel age fazendo a integração da parte física (hardware) com a parte lógica (software) do aparelho, seja um celular ou um PC. Em quais dispositivos o Fuchsia deverá funcionar? O Google optou por utilizar o Magenta que, por sua vez, é baseado em outro kernel chamado de LK. Essa escolha foi feita porque o Magenta traz algumas vantagens em relação ao kernel do Linux. A mais importante delas é por ser um núcleo mais enxuto. Outra característica interessante do Fuchsia é oferecer suporte a processadores ARM, tanto de 32 bits quanto de 64 bits.
Uma das aplicações para o Fuchsia seria em Internet das Coisas, como no roteador OnHub (Foto: Divulgação/Google)
Com isso, é esperado que o Fuchsia seja consideravelmente mais leve e rode bem tanto em computadores e smartphones mais robustos, como também em outros dispositivos mais simples, voltados para Internet das Coisas (IoT), carros smart, além de placas como a Raspberry Pi 3. Tudo isso com uma interface bastante parecida com aquela já conhecida pelos usuários. Afinal, o possível novo sistema da empresa utiliza as linguagens de programação Dart e Flutter, as mesmas utilizadas no Material Design, que o Google usa desde o And...


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