Concluímos a coluna anterior referente a este assunto (sim, porque semana passada tive que interromper a sequência de colunas sobre processadores em virtude da necessidade de divulgar um evento ainda a tempo de que fosse visitado pelos leitores) prometendo explicar porque os processadores esquentam, como fazer para dissipar o calor gerado e, o mais importante, como reduzir esta produção de calor para impedir que ela, literalmente, derreta o chip. Então vamos ao trabalho.
Veja todas as colunas do B. Piropo Antes, porém, um comentário. Fabrica-se microprocessadores usando a técnica de circuitos integrados há quase cinquenta anos (o primeiro, o i4004, foi fabricado pela Intel em 1971) e de lá para cá a tecnologia evoluiu extraordinariamente. Surgiram técnicas sofisticadíssimas para contornar certos problemas e um processador fabricado nos dias de hoje sequer é parecido fisicamente com o velho i4004 (veja-os na Figura 1, o 4004 à esquerda e um Intel Core i7 com arquitetura Haswell à direita). Isso sem falar nos detalhes técnicos.
4004 à esquerda e um Intel Core i7 à direita (Foto: Reprodução)
Nosso objetivo, aqui, é exclusivamente entender um fenômeno: porque os processadores esquentam e o que fazer para minimizar esta produção de calor. Fenômeno este que gera um problema que vem atormentando os projetistas de microprocessadores desde sempre. Então vamos nos ater às condições genéricas, as mais simples, portanto as menos modernas. Questões como a arquitetura interna tridimensional dos processadores e a multiplicidade de...

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